“Quer ver a pistola?”: vereadora do PT abre B.O. contra membro do PL. Veja vídeo

Fernanda Curti (PT) prestou queixa após Kleber Ribeiro (PL) perguntar se ela quer ver a “pistola” durante sessão na Câmara de Guarulhos

atualizado

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Fernanda Curti (PT) prestou queixa após Kleber Ribeiro (PL) perguntar se ela quer ver a “pistola” durante sessão na Câmara de Guarulhos - Metrópoles
1 de 1 Fernanda Curti (PT) prestou queixa após Kleber Ribeiro (PL) perguntar se ela quer ver a “pistola” durante sessão na Câmara de Guarulhos - Metrópoles - Foto: Reprodução/ Redes sociais

Após ter sido questionada se queria ver a “pistola” de um colega da Câmara Municipal de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, a vereadora Fernanda Curti (PT) registrou um boletim de ocorrência contra o parlamentar Kleber Ribeiro (PL), que fez um gesto obsceno. O ato aconteceu durante uma sessão realizada no dia 10 de dezembro.

Nas redes sociais, Fernanda explicou que, durante a sessão, “ao questionar a presença de uma suposta arma, um vereador do PL respondeu com uma insinuação sexual, fazendo gesto obsceno”.

A vereadora analisou que a atitude teve objetivo claro de intimidação, humilhação e silenciamento.

Por meio de nota, o vereador Kleber Ribeiro repudia as acusações e afirmou que o registro do boletim lhe atribuiu, de forma indevida, a prática de violência política e de gênero. “As alegações são completamente falsas, descontextualizadas e desprovidas de qualquer suporte fático”, disse.

O parlamentar também repudiou o que seria “mais uma tentativa de construção de narrativa falsa para ataque político”. Segundo ele, as medidas legais e regimentais cabíveis serão adotadas para restabelecer a verdade. Kleber Ribeiro afirmou que irá representar Fernanda Curti perante o Conselho de Ética da Câmara Municipal, em razão do descumprimento sistemático do Código de Ética e Decoro Parlamentar, sobretudo pela promoção constante de desordens, badernas e instabilidade no plenário e nas dependências da Câmara.

Segundo a Secretaria da Segurança Públic (SSP), o caso foi registrado na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Guarulhos como assediar, constranger, humilhar, perseguir ou ameaçar, por qualquer meio, candidata a cargo eletivo ou detentora de mandato eletivo.

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