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“Vamos pegar os vagabundos”, diz Tarcísio sobre morte de ex-delegado

Governador Tarcísio de Freitas voltou a comentar a execução do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes, em agenda no interior de SP

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Pablo Jacob/Governo de SP
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos)
1 de 1 O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) - Foto: Pablo Jacob/Governo de SP

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), voltou a se manifestar sobre a execução do ex-delegado-geral da Polícia Civil paulista, Ruy Ferraz Fontes. Nesta quarta-feira (17/9), em discurso em Araçatuba, no interior do estado, Tarcísio disse que o governo irá despender de “toda a energia” para encontrar os culpados pelo assassinato.

A declaração ocorreu após Tarcísio saudar a presença do delegado Mauro Gabriel, diretor do Deinter-10, departamento de polícia do interior da região de Araçatuba.

“Parabéns pelo trabalho da Polícia Civil. Meus sentimentos pelo falecimento do Delegado Ruy. Mas pode ter certeza que nós vamos pegar os vagabundos que fizeram isso, não tenha dúvida disso. Eles vão pagar pelo que fizeram, não tenho a menor dúvida. Nós vamos botar toda a energia nisso. E parabéns por todo o trabalho”, disse o governador antes de destacar que os indicadores criminais na região “estão desabando”, disse Tarcísio.

Na terça-feira (16/9), o governador se manifestou pela primeira vez sobre o assassinato, que ocorreu no início da noite de segunda-feira (15/9). Tarcísio disse que Ruy Ferraz não havia pedido proteção do Estado, embora seja jurado de morte pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) desde 2006 e tenha inimizades dentro da polícia.

Tarcísio está em Araçatuba para a Caravana 3D, programa para aumentar a presença do governo no interior. Além do governador, o evento contou com o vice Felício Ramuth (PSD), e os secretários de Governo, Gilberto Kassab (PSD); de Saúde, Eleuses Paiva (PSD); e de Agricultura, Guilherme Piai (Republicanos). Também estiveram presentes os deputados estaduais André do Prado (PL), presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), e Itamar Borges (MDB).

Assasinato de ex-delegado-geral

Ruy Ferraz Fontes foi assassinado após perseguição em Praia Grande, no litoral paulista. O ex-delegado-geral, pioneiro nas investigações sobre o PCC, era secretário municipal de Administração na cidade litorânea.

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Ruy Ferraz Fontes era delegado da Polícia Civil de São Paulo
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Ruy Ferraz Fontes foi executado
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Reprodução/Prefeitura de Praia Grande
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Ruy Ferraz Fontes foi executado

Polícia Civil de SP/Divulgação

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) não descarta o envolvimento de agentes públicos e trabalha com pelo menos duas linhas de investigação: uma de que a execução seria uma vingança do PCC, outra de que teria relação com interesses locais decorrente da atuação de Ruy Ferraz na prefeitura de Praia Grande.

Nesta quarta-feira, a Justiça de São Paulo decretou a prisão temporária de dois suspeitos de envolvimento no homicídio. A identidade dos alvos não foi revelada. Os suspeitos são considerados foragidos.

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