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São Paulo

Tenente baleado em SP: presos deram apoio para atiradores na moto

Dupla que estava em uma moto e foi flagrada por câmeras de segurança atirando contra o tenente nesse sábado (27/6) segue foragida

28/06/2026 12:20
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Polícia Militar/Reprodução
Tenente da Rota baleado - Metrópoles

Três homens suspeitos de terem participado do atentado contra o tenente Ronickson Pimentel dos Santosirmão da jovem Eloá Pimentel, foram presos pela Polícia Militar (PM), em Guaianases, na zona Leste da capital paulista. Entre eles, dois dos detidos deram apoio para os motociclistas que atuaram diretamente no ataque, e esses continuam foragidos.

A PM informou que os presos são homens de 24, 40 e 52 anos. “Um deles confessou ter prestado apoio logístico aos executores. Outro também é investigado por envolvimento no suporte à ação criminosa. Já o terceiro indivíduo, embora não seja apontado como participante direto da execução, foi peça fundamental para identificação dos demais envolvidos”, comunicou a corporação, em nota.

O oficial das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) da Polícia Militar de São Paulo (PMSP) foi atingido por tiro enquanto estava parado em um semáforo, em São Caetano do Sul, na região metropolitana da capital paulista, nesse sábado (27/6).

A Polícia Civil apura o que motivou o crime. “A gente ainda está cruzando as informações para verificar a motivação, mas com certeza premeditado”, disse o major Marcos Verardino, neste domingo (28/6), em entrevista no Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), em São Paulo.

“Logo após o fato, a gente iniciou as nossas diligências, cruzamos informações de inteligência com imagens de monitoramento. Chegamos a dois indivíduos que deram apoio logístico para os indivíduos que tentaram matar o tenente Pimentel”, afirmou o agente envolvido na investigação do caso.

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Tenente Pimentel

A vítima, o tenente Pimentel, como é conhecido, é irmão por parte de mãe da estudante Eloá Pimentel – a jovem foi assassinada em 2008 pelo ex-namorado, Lindemberg Alves, no que é considerado o sequestro mais longo da história de São Paulo.

Pimentel está internado sob monitoramento neurológico contínuo, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Estadual Mário Covas, em Santo André, no ABC Paulista. Ele segue em estado gravíssimo, mas estável.