Tarcísio e Michelle se encontram no Palácio antes de ato na Paulista

Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas é cotado como candidato a presidente em 2026, com Michelle Bolsonaro na vaga de vice

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Imagem colorida mostra Michelle Bolsonaro, mulher branca, de cabelos castanhos. curtos, de camisa amarela, em imagem dos ombros para cima PT Lula
1 de 1 Imagem colorida mostra Michelle Bolsonaro, mulher branca, de cabelos castanhos. curtos, de camisa amarela, em imagem dos ombros para cima PT Lula - Foto: Douglas Gomes/Lid Republicanos/Flickr

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro (PL) vão se encontrar no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, e devem seguir juntos para a manifestação bolsonarista na Avenida Paulista, na tarde deste domingo (7/9).

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Manifestantes de direita se reúnem na avenida Paulista, no dia da independência do Brasil, para pedir liberdade para o ex-presidente Jair Bolsonaro
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O encontro acontece em meio a especulações sobre uma possível chapa presidencial para 2026 encabeçada por Tarcísio e com Michelle na vaga de vice. O governador tem dito publicamente que tentará a reeleição em São Paulo no ano que vem, mas passou a ser visto como candidato certo à Presidência após assumir a articulação pela anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023 nos últimos dias.

Também participariam do encontro no Bandeirantes os presidentes nacionais do União Brasil, Antonio Rueda, e do PP, senador Ciro Nogueira (PI), que formalizaram uma federação recentemente e deram um ultimato para que os ministros filiados aos seus respectivos partidos deixem o governo Lula.

Tarcísio e Michelle são os nomes mais aguardados para discursar na manifestação bolsonarista deste domingo. Pela manhã, Tarcísio e o prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB), participaram do desfile cívico militar do Dia da Independência no Sambódromo do Anhembi, zona norte da capital.

Ato pró-Bolsonaro

Manifestantes que apoiam o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e defendem a anistia aos envolvidos nos atos do dia 8 de janeiro de 2023 começaram a chegar à Avenida Paulista, em São Paulo, na manhã deste domingo (7/9).

A manifestação, prevista para começar às 15 horas, será a primeira desde a decretação da prisão domiciliar de Bolsonaro e o quarto ato de 2025 em um dos maiores cartões-postais da capital paulista.

Muitos manifestantes estão vestidos com camisas verdes e amarelas e portam bandeiras do Brasil e de também de outros países, como Estados Unidos e Israel.

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Além de Tarcísio e Michelle, devem discursar no ato da Paulista o prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL), o pastor Silas Malafaia, organizador do evento, o líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (PL-SP), e o líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN).

Os governadores Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, e Jorginho Mello (PL), de Santa Catarina, irão à Paulista. Ratinho Jr. (PSD), governador do Paraná, não comparecerá. Há expectativa de que o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), participe do ato, mas ele ainda não confirmou presença.

O protagonismo político do ato deve ficar com Tarcísio de Freitas, após ter prometido dar um indulto a Bolsonaro caso se eleja presidente da República no ano que vem. Nesta semana, Tarcísio foi a Brasília para costurar, no Congresso Nacional, uma articulação pela anistia aos envolvidos no 8 de Janeiro.

Em junho, Bolsonaro não pôde participar da manifestação devido às medidas cautelares impostas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A aparição de Bolsonaro nos atos, por meio de chamada telefônica, lhe custou a decretação de prisão domiciliar. Tarcísio, por sua vez, estava no Hospital Albert Einstein, na zona oeste de São Paulo, para um procedimento na tireoide. À época, a ausência do governador foi criticada pelo “núcleo duro” bolsonarista, incluindo Malafaia.

Nesta semana, a Primeira Turma do Supremo retomará o julgamento de Bolsonaro e outros sete réus acusados envolvidos em uma suposta tentativa de golpe de Estado, em 2022. Quatro sessões estão previstas entre terça-feira (9/7) e sexta-feira (12/9), quando a análise do caso no colegiado deve ser concluída.

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