Suspeito de matar mulher com taco de beisebol se entrega à polícia
Homem é acusado de assassinar Viviane de Jesus Bonfim, de 44 anos, a pauladas com um taco de beisebol em Itanhaém (SP) no dia 16 de abril
atualizado
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Brunno Prado Lobo da Silva, suspeito de matar a trabalhadora autônoma Viviane de Jesus Bonfim, de 44 anos, a pauladas com um taco de beisebol, se entregou à polícia na noite desta terça-feira (21/4), na delegacia de Peruíbe, no litoral de São Paulo.
Conforme apurado pela reportagem, Silva estava foragido desde a madrugada em que Viviane foi assassinada, em Itanhaém.
Imagens de uma câmera de segurança flagraram o momento em que ele desfere oito golpes contra a mulher, usando um taco de beisebol, no dia 16 de abril.
Segundo a advogada da família da vítima, Mikaela Nakatsu, os familiares não souberam dizer se ela mantinha um relacionamento com o agressor. A única informação é de que os dois eram conhecidos um do outro.
Pouco antes do crime, Viviane e Silva haviam tido uma discussão em um bar. O cão dela teria mordido o cachorro do agressor.
Na sequência, ele seguiu a mulher até em casa, no bairro Gaivota, e cometeu o crime.
Três pessoas que assistiam à cena não prestaram socorro à vítima. Após o crime, o suspeito deixou o local pedalando uma bicicleta. O corpo de Viviane Bonfim foi encontrado por volta das 6h20 da manhã por um pedestre que passava pelo local.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, o cadáver foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) e o caso, registrado como homicídio no 2º Distrito Policial (DP) de Itanhaém.
Viviane de Jesus Bonfim deixa uma filha de 23 anos e outros dois menores de idade.
Em nota enviada ao Metrópoles, a advogada Mikaela Nakatsu chamou o episódio de “bárbaro, cruel e absolutamente revoltante, evidenciando uma violência inaceitável”.
“Além do autor, há informações de que outras pessoas presenciaram o crime e, mesmo diante da gravidade da situação, nada fizeram para ajudar a vítima. Um desses indivíduos já foi identificado, e serão empreendidos todos os esforços para identificar os demais. A omissão também será devidamente apurada, pois não pode passar impune”, afirmou a advogada.
