Homem mata mulher a pauladas na rua diante de vizinhos e sai pedalando

Imagens de uma câmera de segurança mostram momento em que o suspeito ataca Viviane de Jesus Bonfim, de 44 anos, com um taco de beisebol

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Montagem da cena do crime (à esquerda) e de Viviane de Jesus Bonfim, mulher que foi morta a pauladas em Itanhaém (SP) (à direita)
1 de 1 Montagem da cena do crime (à esquerda) e de Viviane de Jesus Bonfim, mulher que foi morta a pauladas em Itanhaém (SP) (à direita) - Foto: Reprodução

Imagens de uma câmera de segurança flagraram o momento em que um homem, identificado como Brunno Prado Lobo da Silva, matou a trabalhadora autônoma Viviane de Jesus Bonfim, de 44 anos, a pauladas usando um taco de beisebol. O crime aconteceu na madrugada do último dia 16 de abril, em Itanhaém, no litoral de São Paulo.

Segundo a advogada da família da vítima, Mikaela Nakatsu, os familiares não souberam dizer se Viviane mantinha um relacionamento com o agressor. A única informação é de que os dois eram conhecidos um do outro.

Pouco antes do crime, a mulher e o suspeito haviam tido uma discussão em um bar. O cão de Viviane teria mordido o cachorro do criminoso.

Na sequência, o agressor segue a vítima em casa, no bairro Gaivota, e desfere oito golpes contra ela.

Três pessoas que assistiam à cena não prestaram socorro à trabalhadora autônoma. Após o crime, o suspeito deixa o local pedalando uma bicicleta. O corpo de Viviane foi encontrado por volta das 6h20 da manhã por uma outra pessoa que passava pelo local onde aconteceu o crime. Foi este pedestre quem acionou a Guarda Civil Municipal (GCM).

Uma equipe médica do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) compareceu ao local e constatou a morte da vítima. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), e o caso fora registrado como homicídio no 2º Distrito Policial (DP) de Itanhaém.

Viviane de Jesus Bonfim deixa uma filha de 23 anos e outros dois menores de idade. Conforme apurado pela reportagem, o suspeito do crime segue foragido.

Em nota enviada ao Metrópoles, a advogada Mikaela Nakatsu chamou o episódio de “bárbaro, cruel e absolutamente revoltante, evidenciando uma violência inaceitável”.

“Além do autor, há informações de que outras pessoas presenciaram o crime e, mesmo diante da gravidade da situação, nada fizeram para ajudar a vítima. Um desses indivíduos já foi identificado, e serão empreendidos todos os esforços para identificar os demais. A omissão também será devidamente apurada, pois não pode passar impune”, afirmou a profissional.

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