Suspeito de matar enteado de 8 anos já foi associado a outros crimes

Luan Henrique Silva de Almeida morreu no sábado (2/5) após ser baleado dentro de ambulância. Ele foi investigado por homicídio de policial

atualizado

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Foto colorida de homem acusado de matar enteado. Ele foi executado dentro de uma ambulância.
1 de 1 Foto colorida de homem acusado de matar enteado. Ele foi executado dentro de uma ambulância. - Foto: Reprodução.

Luan Henrique Silva de Almeida, de 31 anos, suspeito de matar o enteado, de 8, foi associado ao homicídio de um policial civil, em junho de 2014, no litoral sul de São Paulo. Ele não chegou a configurar como réu, mas foi investigado por participação, conforme apurado pela reportagem junto à Polícia Civil.

Conhecido como “Fuzil”, Almeida foi baleado, na tarde desse sábado (2/5), em Praia Grande, e, no trajeto para o hospital, o foi assassinado dentro de uma ambulância. Segundo a Polícia Civil, Almeida era acusado de matar o enteado Arthur Kenay Andrade de Oliveira — o menino foi socorrido, na sexta-feira (1°/5), em parada cardiorrespiratória e com sinais de violência.

A reportagem apurou que Almeida, além da morte do enteado, também foi investigado por outros crimes violentos. Entre eles, a participação na morte do policial civil Evandir Pedro de Alcântara, que trabalhava na Delegacia de Praia Grande.

À época, o policial estava sozinho em um bar, na Vila Mirim, na Praia Grande, quando dois homens desceram de um carro e o executaram com cinco disparos. O agente morreu no local.

Apesar de ter sido associado na execução, Almeida não se tornou réu, conforme pesquisa no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP). A polícia não confirmou se o homem é seria ligado à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

Violência doméstica

Outro crime pelo qual Almeida foi preso foi contra uma ex-companheira. Em 23 de março de 2018, Almeida espancou a ex-mulher e a ameaçou de morte. As agressões aconteceram durante a madrugada. A vítima conseguiu buscar ajuda ao amanhecer. Na época, a Polícia Civil reforçou a “periculosidade” do homem. Além da violência doméstica, ele já respondeu por roubo e porte ilegal de arma de fogo.

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