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São Paulo

“Saí correndo atrás”: ex-diretor do SPFC quebra 5 costelas em assalto.

Ao Metrópoles, o ex-diretor do SPFC Marco Aurélio Cunha relatou momento em que teve o celular roubado e caiu ao tentar perseguir criminoso

14/08/2026 20:48, atualizado 14/08/2026 21:11
Imagem cedida ao Metrópoles
Ao Metrópoles, o ex-diretor do São Paulo Marco Aurélio relatou momento em que teve o celular roubado e caiu ao tentar perseguir criminoso - Metrópoles

O médico e ex-diretor do São Paulo Futebol Clube Marco Aurélio Cunha foi vítima de assalto praticado pela chamada gangue do quebra-vidro na noite da última quarta-feira (12/8), na capital paulista. Ele estava dentro de um táxi na Avenida Doutor Arnaldo, próximo à estação Clínicas do Metrô, na zona oeste, quando um criminoso quebrou o vidro do veículo e arrancou o celular que estava em sua mão.

Em um vídeo enviado ao Metrópoles, Marco Aurélio contou que voltava da Avenida Paulista para casa e mexia no celular enquanto estava no banco traseiro do táxi. Segundo ele, o criminoso se aproximou do veículo e quebrou o vidro de forma repentina.

“Um sujeito deu um impacto violento no vidro e arrancou o meu celular da minha mão”, contou.

O criminoso fugiu em direção à escadaria de acesso ao Metrô após pegar o celular. “Saí correndo atrás dele”, contou Marco Aurélio ao Metrópoles. Segundo o médico, o ladrão acabou caindo durante a fuga, o que o incentivou a continuar correndo atrás dele.

Na sequência, porém, Marco Aurélio também caiu na escada e bateu o tórax e a cabeça. “Eu caí também na escada, bati o tórax, acho que no gradil também”, relatou.

A queda provocou fraturas em cinco costelas, além de um pequeno pneumotórax, segundo Marco Aurélio. Ele afirmou que espera se recuperar sem a necessidade de passar por cirurgia e disse que o quadro está evoluindo bem.

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O médico também aproveitou o relato para chamar atenção para a atuação dos criminosos que praticam esse tipo de roubo. Segundo ele, embora exista policiamento na região da Avenida Paulista, é preciso reforçar a segurança também nas ruas próximas.

“A gente tem muito policiamento na Paulista, mas nas cercanias, a gente tem que ter umas rondas ali”, afirmou.

Marco Aurélio disse ainda confiar no trabalho da Polícia Militar e pediu que os arredores da Avenida Paulista recebam mais atenção para evitar novos ataques.