Quem são os 3 presos por morte do ex-delegado Ruy Ferraz

Três presos sob suspeita de participar do homicídio do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes são apontados como integrantes do PCC

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Divulgação/ SSP-SP
caso ruy ferraz 2
1 de 1 caso ruy ferraz 2 - Foto: Divulgação/ SSP-SP

Três homens foram presos na manhã desta terça-feira (13/1) sob suspeita de participar no homicídio do ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo e então secretário de Administração da Praia Grande, no litoral paulista, Ruy Ferraz Fontes. Um dos suspeitos segue foragido.

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Manoel Alberto Ribeiro Teixeira, vulgo Manezinho ou Manoelzinho, preso caso Ruy Ferrazpreso em operação que investiga o homicídio do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes
Marcio Serapião de Oliveira, vulgo Velhote ou MC, preso em operação que investiga o homicídio do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes
Pedro Luiz da Silva Moraes, vulgo Chacal, foragido em operação que prendeu suspeitos de envolvimento na morte do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes
Três foram presos em nova operação que investiga homicídio de ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes
Fernando Alberto Ribeiro Teixeira, vulgo Azul ou Careca, preso em operação que investiga o homicídio do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes
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Fernando Alberto Ribeiro Teixeira, vulgo Azul ou Careca, preso em operação que investiga o homicídio do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes

Polícia Civil de São Paulo
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Pedro Luiz da Silva Moraes, vulgo Chacal, foragido em operação que prendeu suspeitos de envolvimento na morte do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes
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Três foram presos em nova operação que investiga homicídio de ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes
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Três foram presos em nova operação que investiga homicídio de ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes

Reprodução

As prisões são resultado de uma operação deflagrada pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) e Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior (Deinter) 6, de Santos, no litoral paulista.

A ação busca cumprir 13 mandados de busca e apreensão em endereços de São Paulo, Jundiaí, Mongaguá, Praia Grande, Carapicuíba, Barueri e Mairinque, no interior paulista, além de cinco mandados de prisão temporárias expedidos na segunda fase da investigação da execução do ex-delegado-geral.

Veja quem são os presos

  • Marcio Serapião de Oliveira, de 52 anos, vulgo Velhote ou MC: ele é apontado pela polícia como integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC) e é investigado por apoio estratégico e logístico, com indícios de envolvimento na guarda de veículos, uso de imóveis de apoio e ocultação de elementos relacionados ao crime. O suspeito foi capturado no bairro de Vila Isa,  região de Interlagos, na zona sul de São Paulo. Tentou escapar, mas monitoramento por drone impediu a fuga. Com ele, foram apreendidos documentos diversos e dois telefones celulares.
  • Fernando Alberto Ribeiro Teixeira, de 48 anos, vulgo Azul ou Careca: também é apontado pela polícia como membro do PCC. A investigação aponta que ele foi um dos articuladores da ação, com indícios de participação no planejamento, na coordenação logística e na execução indireta da execução de Ruy. Foi capturado em Jundiaí, no interior paulista. Com ele, foram apreendidos dois celulares.
  • Manoel Alberto Ribeiro Teixeira, de 45 anos, vulgo Manezinho ou Manoelzinho: também é apontado pela polícia como membro do PCC. É investigado por ser o principal articulador logístico e operacional, incluindo auxílio na fuga, fornecimento de meios materiais e manutenção de vínculos operacionais entre os executores. Foi capturado no em Mongaguá, no litoral sul de São Paulo. Com ele, foi apreendida uma arma de fogo.

Segundo a Polícia Civil, as buscas por uma quinta pessoa prosseguem. A identidade do procurado não foi revelada pela corporação.

Um suspeito segue foragido

Pedro Luiz da Silva Moraes, de 54 anos, vulgo Chacal, escapou da operação e está foragido. Ele é apontado como membro da Sintonia Restrita do PCC – célula voltada à repressão armada contra agentes públicos.

Chacal é suspeito de de atuação direta no mando da execução do crime e possui histórico criminal compatível com atuação em organização criminosa, segundo a polícia.

Dinâmica da execução de Ruy Ferraz

As investigações apontam que os suspeitos atuaram de forma estruturada e coordenada para pôr em prática o plano de executar o ex-delegado.

O grupo realizou divisão de tarefas “típica de organização criminosa”, apontou a polícia. A investigação apontou ainda fortes indícios de participação conjunta na execução, no planejamento e no suporte ao crime.

Conforme a polícia, as provas colhidas no decorrer da investigação do homicídio incluem:

  • Impressões digitais localizadas em veículos utilizados no crime
  • Dados telemáticos e diálogos extraídos de aparelhos eletrônicos apreendidos
  • Movimentações financeiras suspeitas e vínculos entre os investigados
  • Utilização de imóveis para apoio logístico
  • Denúncias anônimas corroboradas por diligências
  • Identificação de endereços relacionados aos investigados, com potencial para abrigar armas, documentos, dispositivos eletrônicos e outros elementos probatórios

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