Saiba como é a rotina na prisão do coronel acusado de matar esposa PM

O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto foi preso no dia 18 de março, acusado de matar a esposa PM com um tiro na cabeça, no centro de SP

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Fabio Vieira/Especial Metrópoles
Veja momento da prisão de tenente-coronel acusado de matar a esposa PM
1 de 1 Veja momento da prisão de tenente-coronel acusado de matar a esposa PM - Foto: Fabio Vieira/Especial Metrópoles

O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, está preso em regime fechado desde o dia 18 de março, acusado de matar a esposa policial miitar (PM) Gisele Santana com um tiro na cabeça, um mês antes, em São Paulo. Ele está no presídio Romão Gomes –unidade prisional destinada à detenção de policiais militares —  e segue rotina que inclui banho de sol e cinco refeições diárias.

Segundo a PM, a rotina do coronel segue as normas da legislação de execução penal e regulamentos próprios do Tribunal de Justiça Militar (TJM).

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Gisele Alves Santana e Geraldo Leite Rosa Neto
Inicialmente, o caso foi registrado como suicídio, mas depois o coronel foi preso e é investigado por feminicídio
Oficial ignorou recomendação e cruzou a porta do imóvel acompanhado por policiais
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Publicação no Diário Oficial garante salário integral ao coronel, que somou mais de R$ 28 mil, enquanto a PM Gisele recebia R$ 7 mil
Gisele foi encontrada morta em fevereiro
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Gisele foi encontrada morta em fevereiro

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Gisele Alves Santana e Geraldo Leite Rosa Neto
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Gisele Alves Santana e Geraldo Leite Rosa Neto

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Inicialmente, o caso foi registrado como suicídio, mas depois o coronel foi preso e é investigado por feminicídio
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Inicialmente, o caso foi registrado como suicídio, mas depois o coronel foi preso e é investigado por feminicídio

Arquivo pessoal
Oficial ignorou recomendação e cruzou a porta do imóvel acompanhado por policiais
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Oficial ignorou recomendação e cruzou a porta do imóvel acompanhado por policiais

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Publicação no Diário Oficial garante salário integral ao coronel, que somou mais de R$ 28 mil, enquanto a PM Gisele recebia R$ 7 mil
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Publicação no Diário Oficial garante salário integral ao coronel, que somou mais de R$ 28 mil, enquanto a PM Gisele recebia R$ 7 mil

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Policiais reforçam que qualquer manipulação deve ser feita apenas pela perícia
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Policiais reforçam que qualquer manipulação deve ser feita apenas pela perícia

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Tenente-coronel teve prisão decretada por morte da esposa, a PM Gisele
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Tenente-coronel teve prisão decretada por morte da esposa, a PM Gisele

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Geraldo Neto está alocado em uma cela coletiva com outros três policiais militares presos. Em nota, a PM diz que o acusado de matar a esposa está no primeiro estágio de cumprimento de pena, que prevê quatro conferências diárias de cela, três refeições principais (sendo elas café da manhã, almoço e jantar) e duas complementares ao longo do dia. Além disso, o coronel tem direito a um banho de sol, assim como os demais presos.

“A administração do presídio ressalta que todos os procedimentos adotados seguem rigorosamente as normas legais aplicáveis e os protocolos de segurança da unidade”, diz a PM em nota.


Relembre o caso


Prisão do coronel

A prisão do oficial Geraldo Leite Rosa Neto foi solicitada pela Polícia Civil no dia 17 de março, após o resultado dos laudos descartar a hipótese de suicídio sustentada por ele.  O coronel foi preso na manhã do dia 18, em um condomínio residencial de São José dos Campos, interior de São Paulo, exatamente um mês após a morte da esposa.

Ao chegar às dependências ao Presídio Militar Romão Gomes, na zona norte de São Paulo, na tarde de quarta-feira (18/3), o tenente-coronel foi recebido com abraços por colegas de farda. Veja:

O tenente-coronel terá o caso julgado pela Justiça comum, após decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que definiu que o processo ficará sob responsabilidade da 5ª Vara do Júri de São Paulo, afastando a competência da Justiça Militar.

A definição do STJ foi proferida pelo ministro Reynaldo Soares da Fonseca, que entendeu que se trata de crime doloso contra a vida, o que deve ser julgado pelo Tribunal do Júri. Com isso, o processo segue na esfera comum da Justiça paulista.

Geraldo Neto responde pelo crime de feminicídio.

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