Quem é a ex-mulher do número 2 do PCC presa tentando fugir em SP

Meyre dos Santos Lima foi companheira de Eric Oliveira Farias, o Gordão, apontado como o “número 2″ do PCC. Ela foi presa com o atual

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Meyre dos Santos Lima
1 de 1 Meyre dos Santos Lima - Foto: Reprodução/Polícia Civil

Meyre dos Santos Lima, presa na manhã da última segunda-feira (18/8), tem 43 anos. Ela tem 2 filhos e possui antecedentes criminais por tráfico de drogas.

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Meyre dos Santos Lima, ex-esposa do Eric Gordão, número 2 do PCC
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Meyre dos Santos Lima, ex-esposa do Eric Gordão, número 2 do PCC
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Meyre dos Santos Lima, ex-esposa do Eric Gordão, número 2 do PCC

Polícia Civil de São Paulo

Ela é ex-mulher de Eric Oliveira Farias, conhecido como Gordão e apontado pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) como atual “número 2” do Primeiro Comando da Capital (PCC).

Meyre foi detida junto com o atual companheiro, identificado como Elisio Cândido de Alfredo Júnior, em Arujá, na região metropolitana de São Paulo. Ela teve a prisão em flagrante convertida em preventiva na terça-feira (19/8).

De acordo com a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), ela está na Penitenciária Feminina Sant’ Ana, em São Paulo.

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Elisio Cândido de Alfredo Júnior, que assumiu integrar o PCC
Drogas, objetos e apetrechos apreendidos com Meyre e Elisio
Carro que Meyre e Elisio usaram para tentar fugir
Meyre dos Santos Lima, ex-esposa do Eric Gordão, número 2 do PCC
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Elisio Cândido de Alfredo Júnior, que assumiu integrar o PCC
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Elisio Cândido de Alfredo Júnior, que assumiu integrar o PCC

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Drogas, objetos e apetrechos apreendidos com Meyre e Elisio
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Drogas, objetos e apetrechos apreendidos com Meyre e Elisio

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Carro que Meyre e Elisio usaram para tentar fugir
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Carro que Meyre e Elisio usaram para tentar fugir

Polícia Civil de São Paulo

Agentes da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) da Polícia Civil de Praia Grande cumpriam um mandado de busca e apreensão em um endereço de Arujá quando, em conversa com vizinhos, descobriram que Meyre e Elisio haviam acabado de fugir do local de carro.

Os policiais passaram a procurar pelo veículo, que fugiu após perceber a aproximação da viatura. O carro, no entanto, foi interceptado logo em seguida.

Dentro do veículo estavam Elisio, Meyre e a filha dela, de 11 anos. O casal resistiu à abordagem e precisou ser contido com uso de força e algemas. A criança foi entregue a familiares, vizinhos à casa onde a polícia realizou busca e apreensão.


Tabletes de maconha e casa revirada

  • Após a prisão dos suspeitos, os policiais retornaram ao imóvel, que estava completamente revirado, o que demonstrou tentativa de retirar objetos com rapidez para fugir.
  • Os agentes encontraram no endereço dois tabletes de maconha, totalizando pouco mais de um quilo do entorpecente, uma balança de precisão e apetrechos utilizados para fracionamento e preparo de drogas.
  • Todos os objetos estavam dentro da louça de uma banheira, na suíte da casa, que precisou ser quebrada.
  • No carro do casal, os policiais encontraram resquícios de maconha idêntica àquela apreendida na casa, inclusive embalagens da mesma coloração.
  • Para a polícia, o fato confirma a hipótese de que o veículo era usado para transportar a droga.
  • De acordo com o boletim de ocorrência que registrou a captura dos suspeitos, Elisio confirmou à Polícia Civil que tanto ele quanto Meyre foram encarregados pelo PCC de armazenar as drogas no imóvel.
  • A droga e os objetos apreendidos foram levados à Delegacia de Polícia de Arujá, e o casal permaneceu à disposição da Justiça. A autoridade policial representou pela conversão da prisão dos suspeitos em preventiva.
  • Segundo a Polícia Civil, os dois já tinham antecedentes criminais por tráfico de drogas.

Ex do número 2 do PCC

O Metrópoles apurou que Meyre é ex-companheira de Eric Gordão. Ele está preso desde 2000, acusado de liderar a célula da facção que planeja atentados contra autoridades, sendo responsável por levantar rotina e endereços dos alvos da facção.

Na Operação Ethos, Gordão foi condenado a 30 anos de prisão. Até julho do ano passado, ele cumpria pena na penitenciária federal de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Conforme apurado pela reportagem, Meyre já não o visitava mais na cadeia.

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