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São Paulo

Projeto que barra condenados em concursos públicos avança na Alesp

Projeto aprovado na Comissão de Constituição, Justiça e Redação proíbe candidatos condenados por crimes sexuais e discriminação de gênero

13/08/2025 19:12
Larissa Navarro/Alesp
Imagem colorida da reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. Metrópoles

A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), por meio da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), aprovou nesta quarta-feira (13/08) o projeto de lei que proíbe a participação em concursos públicos de pessoas condenadas em definitivo por crimes contra dignidade sexual, violência doméstica ou familiar contra a mulher e discriminação de gênero.

A

proposta

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apresentada pelo deputado estadual Thiago Auricchio (PL) altera a Lei nº 15.295/2014, que trata dos editais de concursos no estado, para rejeitar obrigatoriamente a inscrição de candidatos condenados por esses crimes, pelo prazo de oito anos após o cumprimento da pena.


O que diz o projeto de lei

  • Na justificativa, o projeto de lei ressalta que a violência contra a mulher é um assunto notório.
  • O texto também destaca que o problema não depende de raça, cor, etnia, idade ou classe social.
  • “Visamos criar mais um mecanismo de combate à violência contra a mulher, a partir da constatação de que o rigor da lei penal não tem sido suficiente para evitar a ocorrência de tais casos”, diz a justificativa.
  • “Dessa forma, sugerimos a adoção de uma medida de natureza diversa, de impacto administrativo e econômico, que possa se somar às outras já existentes, de modo a desestimular essas condutas agressivas”, continua o documento.

Segundo Thiago Auricchio, o objetivo é reforçar a moralidade administrativa e a segurança da população. “Não podemos admitir que alguém com histórico de crimes tão graves ocupe funções que exigem ética, confiança e responsabilidade. Essa é mais uma medida concreta para proteger as mulheres e garantir um serviço público mais íntegro”, destacou o parlamentar.

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Edifício da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp)
Plenário da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp)
Plenário da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp)
Plenário da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp)
Plenário da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp)
Fachada da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp)
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Fachada da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp)

Fábio Vieira/Metrópoles
Edifício da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp)
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Edifício da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp)

Marcia Yamamoto/Alesp
Plenário da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp)
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Plenário da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp)

Rodrigo Costa/Alesp
Plenário da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp)
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Plenário da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp)

Rodrigo Romeo/Alesp
Plenário da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp)
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Plenário da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp)

Rodrigo Costa/Alesp
Plenário da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp)
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Plenário da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp)

Divulgação/Alesp

Com a aprovação na CCJR, a proposta segue para análise das demais comissões da Alesp antes de ir a votação em plenário.

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“Seguiremos trabalhando para que esse projeto se torne lei o quanto antes e ajude a construir um Estado mais justo e seguro para todos”, completou Thiago Auricchio.