Preso por sequestrar auditor fiscal já era procurado pelo mesmo crime
Dos quatro presos, um deles era procurado por sequestro, enquanto outro sequestrador tem passagem por tráfico de drogas
20/01/2026 14:28, atualizado 20/01/2026 15:27

José Francisco Paulino de Assunção, preso na madrugada desta terça-feira (20/1) por sequestrar um auditor fiscal, já era procurado pela Divisão Antissequestro (DAS) por ter cometido o mesmo crime antes. O auditor fiscal foi resgatado na madrugada desta terça-feira (20/1) em um cativeiro localizado em Osasco, na Grande São Paulo.
Um outro preso pelo crime desvendado nesta terça-feira, Fabio dos Santos Ribeiro, também já era procurado, mas por tráfico de drogas. Além dos dois, a polícia prendeu duas mulheres e apreendeu um adolescente de 13 anos.

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Ver todasA investigação ainda apura, por meio de um inquérito policial, a participação de outros suspeitos no crime.
Sequestro
- Por volta das 20h30 desse domingo (18/1), Samuel de Oliveira Magro foi abordado por criminosos quando chegava em casa, na Avenida Rebouças, zona oeste de São Paulo.
- Os criminosos levaram a vítima para um cativeiro, em Osasco, na Grande São Paulo, onde tentaram realizar transferências bancárias a partir da conta da vítima.
- O auditor fiscal não teria sido agredido fisicamente, mas ficou abalado com a situação.
- Ele foi resgatado pela Divisão Antissequestro na madrugada desta terça-feira (20/1).
- Foram cerca de 30 horas sob domínio dos sequestradores.
- De acordo com as autoridades, o crime não foi motivado pela função que Samuel exercia profissionalmente. “Foi um caso de oportunidade”, disse o delegado Fábio Nelson.
- Em 2021, Samuel já havia sido vítima de um sequestro ao cair no crime conhecido como golpe do amor, quando a vítima marca um encontro e acaba arrebatado.
Ligação codificada
Em um determinado momento do sequestro, o companheiro de Samuel ligou para o auditor. Os criminosos teriam deixado a vítima atender a ligação para passar uma sensação de normalidade.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles SPDurante a conversa, o auditor conseguiu informar uma palavra combinada com o companheiro, o que levantou a suspeita de que algo estaria errado. Seria um código entre o casal para ser usado em situações de perigo.
O companheiro acionou as autoridades, que depois de mais de 24 horas libertaram a vítima. O veículo da vítima ainda não foi localizado.
