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“Presente de Deus”, postou tatuadora acusada de matar filho de 9 meses

No dia do nascimento do filho, a tatuadora Giovana Chiquinelli postou “eu e você para sempre”. Ela foi presa acusada de matar a criança

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Imagem colorida mostra a tatuadora Giovana Chiquinelli Marcatto - Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida mostra a tatuadora Giovana Chiquinelli Marcatto - Metrópoles - Foto: Reprodução/Redes sociais

A tatuadora Giovana Chiquinelli Marcatto, de 26 anos, escreveu, em novembro de 2024, quando o filho dela nasceu, que a criança havia sido “o melhor presente que Deus me deu”.

“Agora somos eu e você para sempre”, completou a mulher, presa na noite dessa quarta-feira (27/8), na zona leste paulistana, sob a suspeita de matar envenenado o próprio filho, o bebê Dante Chiquinelli Marcattto, de 9 meses

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Tatuadora Giovana Chiquinelli Marcatto
Tatuadora ccomprou veneno em petshop
Dante, de 9 meses, foi envenenado três horas antes de morrer
Bebê foi fotografado horas antes de ser assassinado
Suspeita registrou caso como "morte suspeita"
Tatuadora Giovana Chiquinelli Marcatto
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Tatuadora Giovana Chiquinelli Marcatto

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Tatuadora Giovana Chiquinelli Marcatto
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Tatuadora Giovana Chiquinelli Marcatto

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Tatuadora ccomprou veneno em petshop
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Tatuadora ccomprou veneno em petshop

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Dante, de 9 meses, foi envenenado três horas antes de morrer
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Dante, de 9 meses, foi envenenado três horas antes de morrer

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Bebê foi fotografado horas antes de ser assassinado
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Bebê foi fotografado horas antes de ser assassinado

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Suspeita registrou caso como "morte suspeita"
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Suspeita registrou caso como "morte suspeita"

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Tatuadora comprou veneno de rato em pet shop
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Tatuadora comprou veneno de rato em pet shop

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Constatação de envenamento ocorreu um dia após a morte de Dante
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Constatação de envenamento ocorreu um dia após a morte de Dante

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Tatuadora Giovana Chiquinelli Marcatto

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Tatuadora Giovana Chiquinelli Marcatto

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Ele morreu no dia anterior, logo após a suspeita levá-lo até o Hospital Estadual da Vila Alpina, alegando que o “filho não aparentava estar bem” e quando o caso foi registrado como “morte suspeita” pelo 70º DP (Vila Ema).

O corpo do bebê foi então submetido a um exame necroscópico, no qual constatou-se que havia partículas de raticida em seu organismo, “indicando que a morte foi provocada por envenenamento”.

O legista responsável pela avaliação, como consta em relatório policial obtido pela reportagem, ainda destacou que a ingestão do veneno de rato ocorreu cerca de três horas antes de Dante morrer. Esse foi o mesmo momento em que a tatuadora deu banana amassada para o filho, como ela mesma teria admitido,

A suspeita de que o veneno não foi ingerido acidentalmente constatou-se pela grande quantidade da substância tóxica encontrada nas vísceras do bebê. O produto, segundo o registro do 70º DP, contém um substância “amargante”, que age com o intuito de impedir a ingestão acidental por crianças.

Compra e foto

Uma câmera de monitoramento (assista abaixo) registrou o momento em que a tatuadora comprou o veneno de rato — por volta das 15h30 do último dia 25 — em um petshop na região da Vila Independência, onde morava sozinha com a vítima.

O veneno foi usado no dia seguinte e, pouco antes disso, Giovana fotografou com o celular o bebê, que aparece sorrindo nos registros (veja galeria acima).

Com base nas imagens e no exame necroscópico, o 70º DP solicitou a prisão temporária de 30 dias da tatuadora, o que foi aceito pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.

Ela foi indiciada por homicídio qualificado e seria submetida a uma audiência de custódia, na tarde desata quinta-feira (28/8). A defesa da tatuadora não foi localizada. O espaço segue aberto para manifestações.

O corpo de Dante foi velado e cremado, na noite dessa quarta-feira, no cemitério da Vila Alpina.

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