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São Paulo

Polícia "salva" suspeito de estuprar criança de ir a "tribunal do PCC"

Homem de 26 anos, padrasto da vítima de 3 anos, foi salvo quando investigadores fizeram abordagem; ele era alvo do PCC

04/04/2023 18:12, atualizado 04/04/2023 18:18
Ilustração
Imagem ilustrativa sobre estupro e abuso sexual de menores pastor

São Paulo – Policiais civis impediram que um desempregado de 26 anos, suspeito de estuprar a enteada de 3 anos, fosse levado para um tribunal do Primeiro Comando da Capital (PCC), na região do Campo Limpo, zona sul da capital paulista.

O suspeito pelo crime sexual, padrasto da criança, era conduzido por Alex da Silva, de 36 anos, foragido do sistema prisional, onde cumpria pena em regime fechado por tráfico de drogas.

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Quando a dupla foi abordada por investigadores do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), o desempregado confessou que estava sendo levado a um “tribunal do crime” por ter “abusado sexualmente de sua enteada”, segundo consta em relatório policial.

O crime foi registrado como estupro de vulnerável no último dia 31, no 89º DP (Portal do Morumbi).

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Crime sexual

Segundo o boletim de ocorrência, a criança passou a reclamar de dores nas partes íntimas, que estavam sangrando, como constatado pela mãe e uma tia. A menina teria afirmado que o “dodói” teria sido feito “pelo titio.”

De acordo com o registro do 89º DP, há uma gravação em que a criança afirma que o padrasto a teria lambido e colocado a mão nas partes íntimas.

O homem, também em depoimento à Polícia Civil, negou. O nome dele não será divulgado para preservar a integridade da vítima.

A prisão de Alex da Silva foi registrada como cárcere privado e porte ilegal de arma e fogo.

Sobre o caso de estupro de vulnerável, o padrasto é investigado ainda como parte do caso, enquanto a polícia avalia as provas já coletadas sobre o crime.