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São Paulo

Polícia apreende 6 aeronaves usadas pelo PCC para transporte de drogas

Segundo investigação da polícia, a quadrilha dona das aeronaves utilizava as aeronaves para transportar drogas para facções criminonosas

Repórter de São Paulo08/10/2024 15:50
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Reprodução/ SSP
Imagem colorida de avião apreendido. Metrópoles

São Paulo — A Polícia Civil de São Paulo apreendeu seis aeronaves que poderiam estar sendo usadas para transporte de drogas, dinheiro ilícito e outro materiais do crime organizado. Cinco delas foram confiscadas em um sítio na Estrada Municipal Abílio Balduíno de Oliveira, em Joanópolis, no interior de São Paulo, na última quinta-feira (3/10).

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), equipes do 30° Distrito Policial (Tatuapé), na zona leste da capital paulista, descobriram que a quadrilha, responsável pelas aeronaves, prestava serviços para facções criminosas, entre elas o Primeiro Comando da Capital (PCC).

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Polícia apreendeu o 1° avião em agosto
Aviões apreendidos seriam usados para o transporte de drogas de facções
Seis aeronaves foram apreendidas e ninguém foi preso
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Seis aeronaves foram apreendidas e ninguém foi preso

Reprodução/ SSP
Polícia apreendeu o 1° avião em agosto
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Polícia apreendeu o 1° avião em agosto

Reprodução/ SSP
Aviões apreendidos seriam usados para o transporte de drogas de facções
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Aviões apreendidos seriam usados para o transporte de drogas de facções

Reprodução/ SSP

O primeiro avião foi apreendido em agosto, em um pátio do Campo de Marte, no bairro de Santana, na zona norte de São Paulo. A investigação começou a suspeitar do esquema criminoso porque o antigo dono do bimotor não tinha condições financeiras para adquiri-lo.

As investigações continuaram e chegaram nas cinco aeronaves apreendidas na última quinta. Elas estavam desmontadas e conforme o delegado Marcos Galli, do 30° DP, não tinham autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para estarem no sítio em que foram confiscadas.

Ainda de acordo com o investigador, as partes encontradas em Joanópolis serviam para a montagem de outras aeronaves, conhecidas como “frankenstein”, utilizadas para transporte drogas.

A quadrilha responsável por esses aviões é investigada por prestar serviços para organizações criminosas, tanto as que atuam em São Paulo, quanto em outros estados. A polícia também estuda o envolvimento de “laranjas” no esquema.

As investigações já duram cerca de um ano e, apesar das apreensões dos aviões, não prendeu ninguém ainda.

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