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PL Antifacção “engessa” investigações, diz promotor alvo do PCC

Lincoln Gakiya, jurado de morte pelo PCC, fez críticas ao texto aprovado pela Câmara, relatado pelo secretário Guilherme Derrite

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O promotor Lincoln Gakiya em depoimento à CPI do Crime Organizado - Metrópoles
1 de 1 O promotor Lincoln Gakiya em depoimento à CPI do Crime Organizado - Metrópoles - Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Em depoimento à CPI do Crime no Senado, o promotor Lincoln Gakiya, do Ministério Público de São Paulo (MPSP), disse que o texto final do projeto de lei Antifacção, aprovado na semana passada na Câmara dos Deputados, “engessa” a integração entre as polícias e cria dificuldades para o combate ao crime organizado.

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O promotor Lincoln Gakiya em depoimento à CPI do Crime Organizado
Promotor Lincoln Gakiya, do MPSP, participa da CPI do Crime Organizado no Senado
Promotor Lincoln Gakiya, do MPSP, participa da CPI do Crime Organizado no Senado
Promotor Lincoln Gakiya, do MPSP, participa da CPI do Crime Organizado no Senado
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Promotor Lincoln Gakiya, do MPSP, chega ao Senado Federal para participar da CPI do Crime Organizado
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Promotor Lincoln Gakiya, do MPSP, chega ao Senado Federal para participar da CPI do Crime Organizado

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O promotor Lincoln Gakiya em depoimento à CPI do Crime Organizado
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O promotor Lincoln Gakiya em depoimento à CPI do Crime Organizado

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Lincoln Gakiya na CPI do Crime
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Lincoln Gakiya na CPI do Crime

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Relatado pelo secretário da Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite (PP), que se licenciou do cargo temporariamente para reassumir uma cadeira na Câmara, o projeto teve pelo menos seis versões e foi duramente criticado até chegar à versão final, aprovada por 310 votos favoráveis e 110 contrários. Agora, o texto segue para o Senado.

Para Gakiya, o dispositivo que prevê a necessidade da assinatura de um termo de cooperação para que se crie uma força-tarefa pode criar barreiras, sobretudo no caso de governos com inimizades políticas.

“Vejam bem, se houver uma disputa política, se a direção da Polícia Federal, ou mesmo a secretaria da Receita Federal, ou mesmo a Secretaria da Segurança de um estado opositor, vai assinar um termo de cooperação. Na verdade, estamos engessando forças-tarefas. Porque hoje ela depende da boa vontade dos integrantes, mas não está limitada por nada”, disse o promotor.

“É claro que é bom que tenha um termo de cooperação, mas um termo de cooperação que seja republicano, que não esteja ligado a interesses políticos. Se a gente pegar estados polarizados, dificilmente o governador vai autorizar a assinatura de um termo para a criação de uma força-tarefa”, acrescentou.

O promotor também citou esse como um problema para quando autoridades estaduais sejam investigadas.

“E aí temos mais um desafio. Quando as forças-tarefas forem investigar autoridades estaduais, por exemplo. Temos um problema. Fica também condicionado à autorização da cúpula”, afirmou.

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