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São Paulo

Pecuarista suspeito de matar companheira 38 anos mais nova é achado morto

Neto de João Roberto Bolelli, acusado de matar a companheira 38 anos mais nova, localizou corpo do pecuarista já em estado de putrefração

02/11/2026 12:09
Reprodução/TV Globo
Pecuarista José Roberto Bolelli

São Paulo — O pecuarista suspeito de matar a tiro a companheira 38 mais nova em Rifaina, no interior de São Paulo, João Roberto Bolelli (foto em destaque), de 64 anos, foi encontrado morto na manhã desta segunda-feira (2/11). 

O corpo foi encontrado em uma propriedade dele no município, que fica na região de Franca. A Polícia Militar (PM) foi acionada e preservou o local até a chegada da perícia.

Segundo a PM, o corpo estava em uma área de mata, na altura do km 452 da Rodovia Cândido Portinari, em Rifaina. Ele já estava em estado de putrefração.

A ocorrência será apresentada na Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Franca.

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Pecuarista estava foragido

Bolelli era suspeito de feminicídio por disparar contra a companheira e empresária Priscila Custódio, de 24 anos, na Rodovia Cândido Portinari (SP-334), na última terça-feira (27/10). Os dois mantinham um relacionamento há quatro meses.

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Pecuarista José Roberto Bolelli
A empresária Priscila Custódio, de 24 anos, que teria sido morta pelo pecuarista João Roberto Bolelli, de 62 anos
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A empresária Priscila Custódio, de 24 anos, que teria sido morta pelo pecuarista João Roberto Bolelli, de 62 anos

Reprodução/Redes Sociais
Pecuarista José Roberto Bolelli
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Pecuarista José Roberto Bolelli

Reprodução/TV Globo

O pecuarista fugiu após o crime. Na última quinta (29/10), o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) pediu a prisão preventiva dele. O homem, portanto, era considerado foragido.


Feminicídio

  • Priscila teria ido até Rifaina para devolver uma caminhonete do pecuarista que estava com ela. Ela foi baleada durante uma discussão por causa de um aparelho celular. 
  • Ela estava acompanhada do irmão, que também foi ameaçado e fugiu do local para pedir socorro. A jovem chegou a ser encaminhada ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos.
  • Segundo a polícia, havia relatos de ameaças, agressões anteriores e comportamento controlador envolvendo o pecuarista.
  • O caso foi registrado pela Polícia Civil como feminicídio no plantão da Delegacia Seccional de Franca e a investigação continua em andamento para o esclarecimento dos fatos.
  • Priscila foi velada e sepultada no município de Perdizes, em Minas Gerais, na última quarta-feira (28/10).