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Operação busca quadrilha que atua na receptação de celulares roubados

Mais de 100 policiais cumprem mandados, nesta terça (4/11), em várias cidades de SP. Grupo movimentava cerca de 30 celulares por dia

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1 de 1 Imagem colorida mostra viatura da polícia civil de São Paulo, que investiga golpes - Metrópoles - Foto: Reprodução/SSP

Policiais cumprem, na manhã desta terça-feira (4/11), mandados de prisão temporária e de busca e apreensão em operação contra organização criminosa especializada na receptação de celulares roubados e furtados na capital paulista e região metropolitana. Os aparelhos eram destinados tanto ao mercado nacional quanto internacional.

Até o início da manhã, duas pessoas já haviam sido presas. Os mandados são cumpridos nas cidades de São Paulo, Guarulhos, Itaquá, Mauá, Suzano e Hortolândia.

De acordo com as investigações, o centro da receptação dos celulares fica na rua Cásper Líbero, no centro de São Paulo, onde funcionava um bar de fachada. A estimativa é que a organização criminosa movimentava entre 20 e 30 celulares roubados por dia.

Estrutura hierarquizada

A quadrilha mantinha uma estrutura hierarquizada e bem definida, com divisão de funções entre os integrantes. Havia desde os responsáveis pela subtração dos aparelhos, os chamados “roubadores”, até intermediários e revendedores que abasteciam o comércio clandestino, inclusive com remessas ao exterior.

Com base em três meses de investigação e no uso de tecnologias de monitoramento e cruzamento de dados, a Polícia Civil de São Paulo conseguiu mapear o funcionamento do grupo e identificar seus principais integrantes. A operação desta terça tem o objetivo de atingir o núcleo financeiro e logístico da quadrilha, “enfraquecendo as estruturas que sustentam o comércio ilegal de dispositivos”.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), “os roubos e furtos de celulares fomentam outros crimes patrimoniais, como furtos e roubos violentos”.

A fase final da chamada Operação Mobile Strike é coordenada pela Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio (DISCCPAT), com apoio da Delegacia de Polícia de Investigações sobre Fraudes contra Seguros e Afins (Divecar) e da Guarda Civil Metropolitana.

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