Nunes denuncia ex-vereador por calúnia e pede investigação policial
Prefeito Ricardo Nunes acusa o ex-vereador Camilo Cristófaro de calúnia, difamação e injúria e pediu a abertura de um inquérito policial

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), apresentou uma notícia-crime contra o ex-vereador Camilo Cristófaro, pelos crimes de calúnia, injúria e difamação.
Na denúncia, Nunes pediu a abertura de um inquérito policial para que se investigue uma “campanha difamatória sistemática, contínua e dolosamente premeditada” realizada pelo ex-vereador.
Crimes alegados por Nunes
- O atual prefeito alegou ter sido vítima de calúnia ao dizer que Cristófaro afirmou em postagens que a sua gestão era “corrupta” e “irresponsável”, além de o associar a “dois escândalos por semana” e à “podridão do MDB”.
- Nunes também diz que foi vítima de difamação, quando o ex-vereador falou que o prefeito “destruiu a CET”, o responsabilizou pelo aumento de mortes no trânsito em São Paulo e disse que Nunes conduz um “governo de mentirinha“.
- A denúncia aponta que o crime de injúria também teria sido cometido por Cristófaro, quando o ex-vereador chamou o atual prefeito de “ingrato”, “desleal”, “sem currículo” e “cara de pau”.
O que diz o ex-vereador
Ao Metrópoles, Camilo Cristófaro afirmou que os comentários reproduzidos nas redes sociais “consistiram em mera reprodução e opinião sobre informações que já se encontravam em domínio público, sem a intenção de criar fatos, difamar, caluniar ou injuriar quem quer que seja”.

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Frequência de envio: Diário
Ver todasSobre a expressão “cara de pau”, o ex-vereador afirmou que usou uma figura de linguagem comum para expressar sua indignação e crítica diante das notícias, “não tendo sido proferida com o propósito de ofender a honra subjetiva do notificado ou de lhe atribuir fato criminoso”.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles SPPor fim, o ex-vereador reafirmou que exerceu a liberdade de expressão e manifestação de pensamento, “sem extrapolar os limites da crítica ou agir com o intuito de causar dano à honra ou à imagem de qualquer pessoa” e que por isso não reconhece nenhum crime.



















