Motociclista morre no meio de rodovia e corpo fica quase 3 horas na pista
Erro no repasse das informações do acidente teria sido o motivo pelo atraso no atendimento. O motociclista ainda não foi identificado

Um motociclista morreu depois de bater em uma carreta na Rodovia Anhanguera, em Jundiaí, no interior de São Paulo, nesta segunda-feira (28/9). O corpo chegou a ficar no asfalto por cerca de três horas por um possível erro de informação passada pela Polícia Rodoviária Militar ao plantão da Polícia Civil responsável por atender o caso.
O acidente aconteceu por volta das 10h, no km 58 da rodovia, no sentido Campinas, e o motociclista conduzia o veículo quando atingiu a traseira da carreta. Equipes da concessionária Motiva Autoban e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas e, ao chegar no local, confirmaram a morte.
Na ocasião, a Polícia Rodoviária teria indicado inicialmente um outro endereço para a ocorrência, o que fez com que as autoridades responsáveis por atender o caso fossem para o lugar errado. A situação foi responsável por atrasar o atendimento, que só veio a acontecer de fato por volta de 12h50.

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Ver todasEm nota ao Metrópoles, a Motiva Autoban afirmou que seguiu todos os protocolos de atendimento, mas que a retirada do corpo dependia totalmente das ações periciais e do IML.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles SPConfira a nota na íntegra:
“A Motiva Autoban informa que todo atendimento realizado no acidente que vitimou o motociclista no km 59 da Anhanguera na data de hoje foi feito dentro dos protocolos de segurança da concessionária.
No entanto, para a retirada do corpo e liberação total da via e do acostamento é necessário aguardar os trabalhos periciais e a remoção pelo IML. A concessionária seguiu todos os protocolos de atendimento , encerrando a ocorrência às 13h54.”
Exames de análise das impressões digitais foram solicitados para ajudar na investigação, pois a vítima não portava documentos. O caso segue sendo investigado pelas autoridades.
O Metrópoles entrou em contato com a Polícia Militar e solicitou posicionamento sobre o caso, mas, não houve resposta até a publicação desta reportagem. O espaço segue aberto.



