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São Paulo

Morto no aeroporto: empresário alvo do PCC escapou de ataque no Natal

Antônio Vinicius Lopes Gritzbach escapou de um atentado quando celebrava o Natal em família na sacada de seu apartamento em São Paulo

08/11/2024 17:36, atualizado 08/11/2024 17:52
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Câmera Record/Reprodução
O empresário Antônio Vinicius Lopes Gritzbach, morto a tiros no Aeroporto de Guarulhos Metropoles

São Paulo — O empresário Antônio Vinicius Lopes Gritzbach, morto a tiros no Aeroporto de Guarulhos na tarde desta sexta-feira (8/11), havia escapado de um atentado do Primeiro Comando da Capital (PCC) dno Natal do ano passado, enquanto celebrava a data com a família na sacada de seu apartamento na zona leste de São Paulo.

O ataque aconteceu no início da noite do dia 25 de dezembro. Gritzbach estava na sacada de um prédio no Jardim Anália Franco, bairro nobre da zona leste. Ele disse à polícia que estava distraído quando foi surpreendido por um disparo de arma de fogo feito em sua direção. Ninguém foi atingido.

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Segundo o Ministério Público de São Paulo (MPSP), Gritzbach teria mandado matar dois integrantes do PCC
O delator do PCC foi preso em 2 de fevereiro deste ano em um resort de luxo na Bahia
Empresário, preso sob suspeita de mandar matar integrantes do PCC, foi solto por determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ)
Gritzbach chegou a ser preso, mas acabou liberado
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Gritzbach chegou a ser preso, mas acabou liberado

TV Band/Reprodução
Segundo o Ministério Público de São Paulo (MPSP), Gritzbach teria mandado matar dois integrantes do PCC
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Segundo o Ministério Público de São Paulo (MPSP), Gritzbach teria mandado matar dois integrantes do PCC

Reprodução/TV Band
O delator do PCC foi preso em 2 de fevereiro deste ano em um resort de luxo na Bahia
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O delator do PCC foi preso em 2 de fevereiro deste ano em um resort de luxo na Bahia

Reprodução/TV Band
Empresário, preso sob suspeita de mandar matar integrantes do PCC, foi solto por determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ)
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Empresário, preso sob suspeita de mandar matar integrantes do PCC, foi solto por determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ)

Divulgação

Segundo a polícia, o tiro foi disparado de um prédio em frente, a partir de um apartamento que ficava poucos andares acima do de Gritzbach — o que indicava uma possível premeditação do crime.

De acordo com o Ministério Público de São Paulo, Gritzbach foi jurado de morte pelo PCC porque teria mandado matar dois integrantes do PCC, Anselmo Becheli Santa Fausta, conhecido como Cara Preta, e Antônio Corona Neto, o Sem Sangue, motorista de Anselmo. Na denúncia, o MPSP diz que o empresário mantinha negócios na área de bitcoins e criptomoedas.

O duplo homicídio ocorreu em 27 de dezembro de 2021 e teria sido cometido em parceria com o agente penitenciário David Moreira da Silva. Noé Alves Schaum, denunciado por ser o executor dos membros do PCC, foi assassinado em 16 de janeiro do ano passado.

Antônio Vinicius Lopes Gritzbach esteve preso até 7 de junho de 2023, quando ganhou liberdade condicional e passou a usar tornozeleira eletrônica.

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