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São Paulo

Marçal está proibido de ir a bares, boates e casas de prostituição. Entenda

A decisão é resultado de um acordo no âmbito da ação penal eleitoral movida contra Marçal pelo também ex-candidato Guilherme Boulos (PSol)

25/02/2026 09:26
Reprodução/Internet.
Marçal está proibido de ir a bares, boates e casas de prostituição. Entenda

O influencer e ex-candidato a prefeito de São Paulo Pablo Marçal (PRTB) está proibido de sair de Barueri sem autorização judicial e não poderá frequentar bares, boates e casas de prostituição.

A decisão foi imposta pela juíza Maria Elizabeth de Oliveira Bortoloto, da 386ª Zona Eleitoral de Barueri, região metropolitana de São Paulo, e vale para os próximos 2 anos.

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A decisão é resultado de um acordo no âmbito da ação penal eleitoral movida contra Marçal pelo também ex-candidato Guilherme Boulos (PSol) em resposta à divulgação de um laudo médico falso às vésperas do primeiro turno da eleição em outubro de 2024, em que “comprovava” que o psolista consumia cocaína.

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Influencer fez o gesto do "M" ao votar em SP
Candidato à Prefeitura de SP, Pablo Marçal (PRTB)
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Pablo Marçal, candidato do PRTB à Prefeitura de São Paulo
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Candidato à Prefeitura de SP, Pablo Marçal (PRTB)
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Marçal fala com a imprensa após votação
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Pablo Marçal foi candidato à Prefeitura de São Paulo
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Pablo Marçal faz carreata na Avenida Faria Lima
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Renan Porto/Metrópoles

Em maio do ano passado, o Ministério Público Eleitoral (MPE) denunciou o empresário por difamação e falsificação de documento. Além dele, foram formalmente acusados Tassio Botelho, advogado do empresário, e Luiz Teixeira da Silva Júnior, proprietário da clínica que teria emitido o laudo falso.

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Na decisão, a juíza afirmou que o MPE ofereceu proposta de “Suspensão Condicional do Processo”, um benefício previsto em lei em que os acusados aceitam cumprir determinadas condições impostas pela Justiça. Isso só é possível para crimes com pena igual ou inferior a um ano.

“Os acusados Pablo Henrique Costa Marçal e Tassio Renam Souza Botelho, por intermédio de seus advogados, manifestaram expressa concordância com os termos e condições propostas, ressalvando que a aceitação não implica em reconhecimento de culpa ou confissão”, escreveu Maria Elizabeth na decisão.

O proprietário da clínica declinou a proposta e o processo dele seguirá em curso.

Procurado, Marçal não se manifestou sobre o acordo até a publicação da reportagem. Boulos, em publicação nas redes sociais, alfinetou o adversário. “Acho que vou tomar uma cerveja hoje. Afinal, eu posso ir a bares.”