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Manifestantes se reúnem na Paulista contra ataque dos EUA à Venezuela

Protesto destaca que ofensiva dos Estados Unidos não atinge apenas a Venezuela, mas representa uma ameaça à estabilidade da América Latina

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Após o ataque dos Estados Unidos à Venezuela, na madrugada deste sábado (3/1), manifestantes se reuniram na Avenida Paulista, em São Paulo, para protestar contra a intervenção no país vizinho.

De acordo com informações da Polícia Militar (PM), a movimentação começou por volta das 16h20, quando grupos iniciaram o protesto — que ocorre na esquina com a rua Augusta. Agentes militares permanecem no local para prestar apoio, enquanto a manifestação segue de forma pacífica ao longo da avenida.

A manifestação, liderada pela Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas), apontou que o ataque militar autorizado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump,  à Venezuela representa uma agressão direta à soberania do país e uma ameaça à América Latina.

Segundo os organizadores, a operação “Southern Spear” busca controlar as riquezas naturais da Venezuela e mascarar interesses econômicos por meio de discursos sobre “ajuda humanitária” ou “democracia”.

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Ataque em Caracas aumenta crise

A relação entre os Estados Unidos e a Venezuela atingiu um ponto crítico nos últimos meses, após o governo norte-americano intensificar operações militares na região, alegando combater o tráfico internacional de drogas.

A escalada começou no segundo semestre de 2024 e envolveu mobilização de fuzileiros navais, uma frota de navios de guerra, o porta-aviões USS Gerald R. Ford, submarinos nucleares e caças F-35. Mais de 20 embarcações já foram alvo de ataques em águas do Caribe e do Pacífico, dentro da chamada operação “Lança do Sul”.

O governo de Washington aponta que Nicolás Maduro, presidente venezuelano, é o chefe do Cartel de los Soles, recentemente classificado pelos Estados Unidos como uma organização terrorista internacional, tornando-o o principal alvo das ações militares e da retórica agressiva de Donald Trump. O ataque ocorrido na madrugada deste sábado (3/01), que resultou na captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, representa um marco na escalada da tensão.

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