Mãe de menino que defecou camisinhas é presa suspeita de assaltos. Veja vídeo
Presa por maus-tratos ao filho, mãe de menino que defecou camisinhas integrava quadrilha violenta de assaltos
atualizado
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Sete pessoas foram presas por suspeita de integrar uma quadrilha especializada em assaltos a residências e condomínios durante operação Dívida de Sangue, deflagrada nesta quarta-feira (10/6) pela Polícia Civil em Cerquilho, interior de São Paulo.
Entre os alvos está uma mulher, de 26 anos, mãe do menino de 2 anos que defecou duas camisinhas na creche. Ela já estava presa devido a maus-tratos contra os filhos (leia mais abaixo) e por descumprimento de medida de prisão domiciliar imposta pela Justiça.
A Justiça de Cerquilho expediu nove mandados de prisão e sete de busca e apreensão. Destes, sete pessoas, incluindo a mãe do menino que defecou camisinhas, foram presas. Outros dois integrantes da quadrilha permanecem foragidos.
As ordens judiciais foram cumpridas em São Paulo, Sorocaba, Cerquilho, Itapetininga e Angatuba.
Segundo a polícia, o grupo é ligado a uma série de roubos a residências e condomínios, ocorridos entre 2024 e 2025, no interior do estado. A quadrilha agia com violência. Uma das vítimas morreu após ser agredida. A investigação durou dois anos. .
Presa 3 vezes
A mulher acusada de maus-tratos contra os filhos foi alvo de três prisões em um período de um mês. A primeira, em flagrante, foi após a descoberta do caso do menino que defecou camisinhas no banheiro de uma creche. A segunda foi preventiva por descumprimento de medida de prisão domiciliar imposta pela Justiça. E, agora, a nova prisão por fazer parte da quadrilha de assaltantes.
Imagens obtidas pela reportagem mostram a mulher (veja abaixo) embarcando em um carro na Rua Doutor Soares Hungria, no centro da cidade. Ela aparece acompanhada de outra mulher, que ainda não foi identificada.
Duas conselheiras tutelares de Cerquilho foram indiciadas por omissão de socorro. A Justiça analisa dois pedido de afastamento imediato das profissionais dos cargos por “dúvidas quanto à existência de condições mínimas na função”, conforme declarou o delegado Emerson Jesus Martins.