Macêdo diz que não há indício de envolvimento de Lupi na farra do INSS

Secretário-Geral da Presidência defendeu a permanência do Ministro da Previdência, Carlos Lupi, após operação contra escândalo no INSS

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Ato do 1º de Maio na Praça Campo de Bagatelle, na zona norte de SP; na foto o ministro Márcio Macedo - Metrópoles
1 de 1 Ato do 1º de Maio na Praça Campo de Bagatelle, na zona norte de SP; na foto o ministro Márcio Macedo - Metrópoles - Foto: Vinícius Passarelli/Metrópoles

São Paulo — O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Márcio Macêdo, que representa o presidente Lula nos atos sindicais do Dia do Trabalhador em São Paulo neste 1º de maio, defendeu o ministro da Previdência, Carlos Lupi, que tem o cargo ameaçado após a Polícia Federal deflagrar a Operação Sem Desconto, na última quarta-feira (23/4).

“Não tem nada que desabone o ministro. Não tem nenhum indício de envolvimento dele. Portanto, ele está conduzindo o processo. Vai estar conduzindo esse processo administrativo das mudanças que tem que ser feitas. E as apurações vão continuar. Quem tiver envolvido nesse processo será punido no rigor da lei”, disse Macêdo nesta quinta-feira (1º/5), antes de ato na zona norte da capital paulista.

Os descontos de aposentadorias sem a anuência dos aposentados se tornaram assunto central no Palácio do Planalto nas últimas duas semanas. A fraude foi citada por Lula em pronunciamento para o 1º de maio, que foi ao ar nas redes de rádio e televisão na noite de quarta-feira (30/4).

O escândalo foi revelado pelo Metrópoles e a série de reportagens, publicada desde dezembro de 2023, embasou as investigações da PF. A operação da semana passada culminou no afastamento de um agente da corporação e cinco servidores do INSS. O presidente do Instituto, Alessandro Stefanutto, foi demitido.

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Lupi sob pressão

Embora seja defendido publicamente pelos colegas, interlocutores do governo dizem que a situação de Lupi é desconfortável e avaliam que a reação do ministro foi insuficiente para a o escândalo no INSS.

Antes do ato de 1º de maio, o ministro do Trabalho Luiz Marinho foi mais rigoroso ao falar da situação do titular da Previdência e disse a permanência de Lupi depende das suas “condições de dar resposta”.

“A continuidade do ministro vai muitas vezes de uma avaliação política e não se ele tem culpa ou não. E vai também do próprio ministro avaliar se tem condições de dar resposta. É uma decisão política. O governo vai tratar com rigor e resolver o problema”, afirmou.

O próprio Márcio Macêdo, que hoje defende Lupi em meio a pressão, já foi alvo do fogo amigo de petistas após o fiasco de público no 1º de maio de 2024. No início deste ano, Macêdo era tido como o nome mais cotado a sair do governo para dar lugar a Gleisi Hoffmann.

 

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