
"Lula não baixa cabeça para presidente de outro país", provoca Haddad
Haddad ainda afirmou que o mundo todo gostaria de ter um Lula à disposição. Presidente oficializou candidatura neste domingo (2/8)

O ex-ministro e candidato a governador de São Paulo Fernando Haddad (PT) afirmou neste domingo (2/8), durante convenção partidária que oficializou a candidatura de Lula à reeleição, que o líder petista não “baixa a cabeça para presidente de nenhum outro país”, em uma provocação ao adversário do presidente, Flávio Bolsonaro (PL), que tem o presidente americano, Donald Trump, como um de seus aliados.
Haddad acrescentou que Lula não coloca o boné de presidente de nenhum outro país e defende os interesses nacionais, “independentemente do teor das ameaças que possam nos ser feitas”.
O candidato ao governo de São Paulo ainda elogiou a experiência de Lula na presidência e disse que ele é “motivo de inveja no mundo”. “As pessoas gostariam de ter um Lula à sua disposição. Só que o Lula é brasileiro. Só que o Lula é nosso. O Lula vai continuar governando o Brasil enquanto o mar estiver revolto”, disse.
Lula busca inédito quarto mandato
O Partido dos Trabalhadores (PT) oficializou a candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição durante a convenção nacional que acontece no Expo Center Norte, zona norte de São Paulo. Aos 80 anos, o líder petista busca chegar ao quarto mandato presidencial, um fato inédito na história política do país.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles SPA confirmação da candidatura de Lula foi anunciada por volta de 10h pelo presidente nacional do PT, Edinho Silva, que confirmou a homologação da chapa. “Terminou nesse exato momento a nossa convenção oficial e, daqui a pouco, nós vamos dar início ao nosso ato político. Vamos celebrar essa construção política que é histórica, a construção política que vai reeleger o presidente Lula”, disse.

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Ver todasLogo depois, em seu discurso, Edinho disse que “o Brasil terá que fazer a escolha entre a pequenez política ou o grande líder que nos trouxe até aqui”.
“O presidente Lula fez a sua parte, agora é a nossa vez. Nós vamos mostrar a força dos nossos partidos, a força dos movimentos sociais e vamos construir a vitória a vitória do povo brasileiro, a vitória que vai apontar o futuro para a América do Sul, para a América Latina e a vitória de contar ao mundo que o Brasil é capaz de derrotar o fascismo.”
Também durante participação no evento, a ex-ministra e candidata ao Senado por São Paulo Simone Tebet (PSB) chamou Flávio Bolsonaro (PL) de “golpista”. “Não tem dois democratas disputando a eleição. O lado de lá é extrema direita. É aquele que quer tirar e eliminar direitos já conquistados. Que acha que lugar de mulher é só dentro de casa, que discute até o direito do voto feminino. Tal pai, tal filho. Golpista, sempre golpista. E a população brasileira está começando a perceber isso”, afirmou a ex-ministra (veja abaixo).

















