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Apuração pelo Brasil

São Paulo

Lula acompanha apuração em hotel de São Paulo com a cúpula da campanha

Presidente estará acompanhado da primeira-dama, Janja, do vice, Geraldo Alckmin (PSB), ex-ministros e assessores da campanha

25/10/2026 17:45, atualizado 25/10/2026 18:25
Metrópoles
Imagem colorida mostra Lula votando em São Bernardo do Campo. Metrópoles

São Paulo — O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve acompanhar a apuração do resultado das urnas neste domingo (25/10) no Hotel Intercontinental, na região dos Jardins, zona oeste de São Paulo. ao lado dos principais articuladores da campanha petista.

Estarão ao lado de Lula, entre outros, a primeira-dama, Janja; o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e da esposa, Dona Lu; o ex-ministro Fernando Haddad, o governador eleito do Ceará, Camilo Santana; Rafael Fonteles, governador releito do Piauí; Sidônio Palmeira, marqueteiro da campanha presidencial; e Edinho Silva, presidente nacional do PT.

No momento da votação, no período da manhã, no bairro Assunção, em São Bernardo do Campo, no ABC, Lula estava acompanhado também dos ex-ministros Simone Tebet (PSB), Fernando Haddad, Luiz Marinho (PT) e do vice-presidente Geraldo Alckmin.

O presidente da República deixou a residência no Alto de Pinheiros, na zona oeste de São Paulo, por volta das 17h50 para cumprimentar e tirar fotos com apoiadores na porta de casa.

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Presidente Lula cumprimenta apoiadores neste domingo (25/10)em São Paulo
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Presidente Lula cumprimenta apoiadores neste domingo (25/10)em São Paulo

Guilherme Bianchi/Metrópoles
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Prorrogação da votação

A campanha do presidente Lula pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a prorrogação do horário de votação até às 19h em todo o país após relatos de problemas com transporte de eleitores em diversos estados.

O petista acusou prefeitos, governadores e empresários de impedirem que os brasileiros se dirijam às urnas.

“Nós não vamos aceitar banditismo, mau-caratismo, nem de prefeito, nem de governador, nem de empresário. Essas pessoas precisam aprender a respeitar a democracia nesse país”, disse ele. “E quem está falando é uma pessoa que já disputou muitas eleições e já respeitou muitos resultados. Mas eu não vou permitir, não vou permitir que o povo seja outra vez enganado, como foi em 2022, quando a Polícia Rodoviária Federal não permitiu que as pessoas fossem votar”.

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Pouco antes, o presidente do diretório estadual do PT de São Paulo, Kiko Celeguim, pediu à Justiça Eleitoral a prisão em flagrante do secretário municipal de Mobilidade Urbana e Transporte, Celso Caldeira, e do presidente da SPTrans, Victor Hugo Borges. A alegação é de que a Prefeitura de São Paulo não está cumprindo a decisão judicial que determinou a disponibilização de 100% da frota de ônibus no domingo.

Pedido de prisão do prefeito de SP

O ministro da Secretaria Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSol) publicou nas redes sociais um post dizendo que vai pedir a prisão do atual prefeito de São Paulo Ricardo Nunes (MDB), alegando que a frota de ônibus está reduzida na capital paulista.