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La Casa de Papel? Bando liga para “Professor” durante roubo milionário

Assaltantes invadiram escritório na Barra Funda, fizeram funcionários reféns e forçaram transferências de R$ 2 milhões na terça-feira (7/10)

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1 de 1 Imagem colorida de um prédio vítima de um assalto na Barra Funda - Metrópoles - Foto: Reprodução/Redes sociais

Os criminosos que assaltaram uma empresa na Barra Funda, zona oeste de São Paulo, fizeram uma chamada de vídeo com outro suspeito durante o roubo. Segundo o boletim de ocorrência, os indivíduos chamavam o assaltante de “professor”, em alusão à série La Casa de Papel, que retrata roubos em instituições financeiras da Espanha.

O caso aconteceu na manhã de terça-feira (7/10) em um prédio comercial localizado na avenida Marquês de São Vicente.

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Crime cinematográfico

Ainda segundo o boletim de ocorrência, cinco criminosos foram até a sede da empresa de engenharia e manutenção. Alguns deles usavam máscaras e um dos indivíduos trajava terno e peruca. Todos portavam pistolas e distintivos no pescoço.

No local, os ladrões se apresentaram como policiais civis e mostraram uma folha com fotografias dos funcionários e sócios da empresa.

O crime durou cerca de uma hora e meia. As vítimas foram ameaçadas de morte, amarradas e trancadas em uma das salas. Uma das vítimas ainda teve os cabelos cortados.

Os criminosos forçaram os reféns a realizar transações que somaram mais de R$ 2 milhões e roubaram um cofre e uma pistola da empresa. Eles também levaram objetos como carteiras, alianças e joias dos funcionários.

As vítimas foram soltas apenas quando um ex-funcionário foi até a recepção e quis subir na empresa. Como os criminosos
determinaram que o interfone fosse desligado, o homem foi até o escritório e descobriu o ocorrido.


Criminosos fugiram

  • A Polícia Militar (PM) foi acionada às 9h59 e chegou no local 14 minutos depois, quando o roubo já tinha acabado.
  • No local, os agentes foram informados sobre a ação da quadrilha e logo na sequência cercaram o endereço e averiguaram os arredores do prédio na tentativa de encontrar suspeitos.
  • Até o momento desta publicação, ninguém foi preso pelo crime.
  • O caso é investigado no 23° Distrito Policial (Perdizes).

 

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