Jovem é furado com agulha por mulher desconhecida em volta para casa

Segundo boletim de ocorrência, a mulher usava uma máscara descartável quando atacou o jovem. Ela ainda não foi reconhecida

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Imagem colorida de rua onde o jovem foi picado com uma agulha por uma mulher desconhecida em Santo André - Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida de rua onde o jovem foi picado com uma agulha por uma mulher desconhecida em Santo André - Metrópoles - Foto: Reprodução/Google Maps

Um jovem de 18 anos foi atacado com uma agulha por uma mulher desconhecida, na tarde da última sexta-feira (24/4), na Rua Quinze de Novembro, em Santo André, no ABC Paulista. Ele iniciou tratamento com medicação antiviral e a Polícia Civil busca identificar a suspeita.

Segundo boletim de ocorrência, o rapaz caminhava na rua com dois conhecidos quando uma mulher, que caminhava em sentido oposto, o furou com uma agulha. O jovem sentiu uma picada na região dorsal e ao se virar para ver a agressora, afirmou que não conseguiu identificá-la após ela se misturar com outros pedestres.

Ao Metrópoles, a mãe do garoto, que não quis se identificar, informou que, no momento em que esbarrou com a mulher, o filho estava voltando do curso de jovem aprendiz. No primeiro momento, ele “não compreendeu muito bem o que havia acontecido” e só percebeu que havia sido picado após uma outra pedestre contar para ele, conforme disse a mãe.

“Eu vi, era uma agulha, a mulher te espetou com a agulha”, teria dito a mulher.

Após entender o que havia ocorrido, o jovem teve um mal estar e procurou ajuda no Grand Plaza Shopping, em Santo André, onde ligou para a família. Ele e os pais foram a um hospital particular, colheram exames e foram direcionados ao Sistema Único de Saúde (SUS) para dar início ao protocolo PEP (Profilaxia Pós-Exposição).

O procedimento é uma urgência médica para prevenir HIV, hepatites virais e ISTs após possível exposição de risco. O tratamento dura 28 dias com medicamentos antirretrovirais e deve ser iniciado idealmente em até 2 horas, com limite de 72 horas.

Segundo a mãe, o filho sentiu muito medo e insegurança no momento do ocorrido e segue angustiado com as consequências na saúde. A família registrou um boletim de ocorrência no 1° Distrito Policial de Santo André, que foi caracterizado por lesão corporal. A polícia segue em busca pela identificação da agressora.

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