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Corpo de homem é cremado por engano em cemitério de SP: “Erro humano”

Odair dos Santos, sepultado em 2022 no Cemitério São Pedro, foi exumado neste ano, a pedido da família, e enviado para crematório por engano

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Imagem colorida de crematório para onde corpo foi enviado por engano
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O corpo de um homem de 58 anos foi cremado por engano em um cemitério da zona leste de São Paulo, três anos após ser sepultado no mesmo local.

Odair dos Santos foi sepultado em 22 de janeiro de 2022 no Cemitério São Pedro, na Vila Alpina. Em 30 de abril deste ano, ele foi exumado, a pedido da família, para ser transferido para um jazigo. No entanto, por um erro da administração do cemitério, os restos mortais foram enviados para cremação.

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Em 30 de abril deste ano, ele foi exumado a pedido da família para ser transferido para um jazigo
O corpo de Odair foi enviado para o crematório por engano
Odair dos Santos foi sepultado em 22 de janeiro de 2022 no Cemitério São Pedro, na Vila Alpina
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Odair dos Santos foi sepultado em 22 de janeiro de 2022 no Cemitério São Pedro, na Vila Alpina

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Em 30 de abril deste ano, ele foi exumado a pedido da família para ser transferido para um jazigo
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Em 30 de abril deste ano, ele foi exumado a pedido da família para ser transferido para um jazigo

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O corpo de Odair foi enviado para o crematório por engano
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O corpo de Odair foi enviado para o crematório por engano

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Em nota ao Metrópoles, a concessionária Velar, responsável pelo cemitério, afirmou que lamenta profundamente o ocorrido e que procurou a família assim que soube dos fatos.

“Por um erro humano e isolado, os despojos, que deveriam ser transferidos para jazigo familiar após a exumação, foram encaminhados para cremação”, diz a nota.

As cinzas de Odair dos Santos foram entregues posteriormente à família. De acordo com a concessionária, não houve uma solução comum após o ocorrido, apesar de encontros entre representantes da empresa e familiares. Mesmo assim, os valores cobrados pelos procedimentos serão devolvidos integralmente à família, segundo a empresa. “Continuamos à disposição para o diálogo.”

A Velar disse ainda que ampliou “o rigor dos protocolos operacionais e processos internos”, com o objetivo de “impedir que um erro humano individual possa ocasionar tais consequências”. A empresa ainda se colocou à disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos necessários.

A Prefeitura de São Paulo foi questionada pela reportagem e afirmou, por meio da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Município de São Paulo (SP Regula), que lamenta o ocorrido e que abriu um procedimento interno para apurar as circunstâncias do caso e eventual responsabilização da concessionária.

“Ressaltamos que, até o momento, não há registro de reclamação por parte da munícipe nos canais oficiais da agência reguladora”, diz a SP Regula.

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