Gangue do “quebra-vidro”: operação da PM tem drones e cães no centro
Operação tem, nesta quinta (30/4), 900 PMs nas ruas para combater tráfico de drogas e gangues que roubam celulares na região central de SP
atualizado
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A Polícia Militar (PM) realiza, nesta quinta-feira (30/4), uma ação em duas etapas para combater o tráfico de drogas e os furtos e roubos de celulares, em especial, na modalidade “quebra-vidros”, na região central de São Paulo. A corporação deverá dispor de 900 policiais militares para atuar na denominada Operação Impacto Media Urbs II, já a partir do período da manhã.
O ponto de início do efetivo será o Vale do Anhangabaú, onde equipes de Força Tática, Baep, Batalhões de Choque e de Trânsito devem atuar. Drones atuarão de forma integrada às patrulhas.
Drones, blindados e cães farejadores
A operação também terá apoio de drones para monitoramento em tempo real, cães farejadores e de blindados em áreas críticas, como a região da Favela do Gato. Em uma etapa noturna, os grupamentos da PM devem partir do Mercado Municipal, também no centro histórico de São Paulo.
Segundo o governo estadual, o objetivo é atingir diretamente a logística do tráfico e reduzir crimes patrimoniais associados, como roubos de celulares, incluindo modalidades como “quebra-vidro”.
Operação Impacto Media Urbs II
- A Operação Impacto Media Urbs II terá foco no combate ao tráfico de drogas e aos furtos e roubos na modalidade “quebra-vidros”, especialmente na região central da capital.
- A corporação deverá dispor de 900 policiais militares.
- Os trabalhos começam com concentração de efetivo no Vale do Anhangabaú, ponto estratégico da operação.
- No local, equipes de Força Tática, BAEP, Choque e de Trânsito. Drones, blindados e cães farejadores atuarão de forma integrada às patrulhas.
- Uma segunda leva das ações terá início a partir das 17h.
- Para a etapa noturna, os grupamentos da PM vão sair do Mercado Municipal, também no Centro Histórico.
Mapeamento por estatísticas
Ainda conforme as autoridades, as equipes atuarão a partir de mapeamento prévio de áreas com maior incidência criminal, com ações de saturação, bloqueios e incursões em pontos específicos da região central.










