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Funeral de tio de Boulos, que morreu após ser atropelado, acontece nesta 4ª

Carlos Boulos morreu aos 80 anos após ser atropelado durante uma briga de trânsito em São Paulo. O enterro será nesta quarta-feira (7/10)

07/10/2026 08:39, atualizado 07/10/2026 08:40
Reprodução/TV Globo
Imagem colorida do acidente em que o tio de Guilherme Boulos foi atropelado na Av. 23 de Maio - Metrópoles

São Paulo — O corpo do cirurgião-dentista Carlos Boulos, tio do ministro-chefe licenciado da Secretaria-Geral da Presidência da República Guilherme Boulos, é velado na manhã desta quarta-feira (7/10), no Cemitério do Araçá, na zona oeste de São Paulo. Ele será enterrado por volta das 11h.

Carlos Boulos morreu na madrugada dessa terça-feira (6/10) após passar três dias internado em estado grave no Hospital das Clínicas, na capital paulista. Ele foi atropelado após uma briga de trânsito na noite de sábado (3/10) na Avenida 23 de Maio.

Carlos Boulos e o motorista de outro veículo se desentenderam após uma batida no trânsito, na noite de sábado. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o idoso teria descido de sua caminhonete para conversar com o outro motorista, quando foi atropelado.

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O suspeito fugiu em alta velocidade após o crime, e o dentista foi levado ao hospital. Imagens da ocorrência permitiram a identificação das placas do veículo.

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O irmão da vítima, e pai de Guilherme, Marcos Boulos, compareceu ao 14º Distrito Policial (DP) para comunicar o óbito à Polícia Civil. Com a morte, o caso, que era tratado como tentativa de homicídio, teve natureza alterada para homicídio consumado.

O caso é investigado pelo 5º Distrito Policial, da Aclimação. “A Polícia Civil identificou o autor, que prestou depoimento e foi indiciado por homicídio doloso. A autoridade policial trabalha para concluir o inquérito e encaminhá-lo ao Poder Judiciário”, afirmou a SSP.

Em razão do artigo 236 do Código Eleitoral, o motorista não foi detido, visto que nenhum eleitor pode ser preso cinco dias antes e até 48 horas depois do encerramento da eleição, salvo em flagrante, por desrespeito ao salvo-conduto e em virtude de sentença condenatória.