"Partiu vítima de uma violência", diz Boulos sobre morte de tio atropelado
Carlos Boulos, tio do ministro do governo Lula, morreu após ser atropelado na segunda-feira (5/10)
06/10/2026 18:30, atualizado 06/10/2026 18:45

Guilherme Boulos (PSol), ministro-chefe licenciado da Secretaria-Geral da Presidência da República, se pronunciou nas redes sociais sobre a morte do tio, atropelado na Avenida 23 de Maio, região central de São Paulo, na segunda-feira (5/10). O político disse que seu parente foi “vítima de uma violência humanamente inexplicável”.

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Frequência de envio: Diário
Ver todas“Meu tio Carlos era uma das pessoas mais generosas com quem convivi. Uma alma única. É desolador o que ocorreu. Partiu vítima de uma violência humanamente inexplicável. Vá em paz, meu velho! Te amamos muito!”, escreveu Boulos nas redes sociais.
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Indiciado, motorista que matou tio de Boulos não pode ser preso
O motorista que atropelou o cirurgião-dentista Carlos Boulos, tio de Guilherme Boulos, não pode ser preso nesta terça-feira (6/10), mesmo sendo indiciado por homicídio doloso. Ele prestou depoimento à Polícia Civil, mas segue em liberdade. Isso porque se apresentou espontaneamente, após o período de flagrante. Além disso, as autoridades seguiram o que está previsto no artigo 236 do Código Eleitoral: nenhum eleitor pode ser preso cinco dias antes e até 48 horas depois do encerramento da eleição, salvo em flagrante, por desrespeito ao salvo-conduto e em virtude de sentença condenatória.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles SPCom isso, o indiciado só pode ser detido a partir das 17h desta terça-feira (6/10). Apesar de não poder ser preso, o motorista foi encaminhado à Polícia Civil, onde prestou depoimento.
Atropelamento
Carlos Boulos e o motorista de outro veículo se desentenderam após uma batida no trânsito, na noite de sábado. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o idoso teria descido de sua caminhonete para conversar com o outro motorista, quando foi atropelado.
O suspeito fugiu em alta velocidade após o crime, e Boulos precisou ser levado ao hospital. Imagens da ocorrência permitiram a identificação das placas do veículo. O irmão do cirurgião-dentista, e pai de Guilherme, Marcos Boulos, compareceu ao 14º Distrito Policial (DP) para comunicar o óbito à Polícia Civil. Com a morte, o caso, que era tratado como tentativa de homicídio, teve natureza alterada para homicídio consumado.



