Frente Parlamentar Antiwoke é aprovada por vereadores de São Paulo

Projeto de resolução que cria a Frente Parlamentar Antiwoke foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Municipal

atualizado

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Sessão da Câmara Municipal de São Paulo - Metrópoles
1 de 1 Sessão da Câmara Municipal de São Paulo - Metrópoles - Foto: Divulgação/Câmara Municipal de São Paulo

O projeto de resolução que cria a Frente Parlamentar Antiwoke foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Municipal de São Paulo, nessa quarta-feira (25/3). Agora, o texto deve passar por mais duas comissões antes de ser votado.

A proposta é de autoria dos vereadores Lucas Pavanato (PL), Rubinho Nunes (União Brasil), Sonaira Fernandes (PL) e Adrilles Jorge (União) e prevê “promover e proteger os valores cristãos na sociedade, monitorar propostas legislativas e políticas públicas consideradas alinhadas com o movimento woke e propor iniciativas que visem proteger a sociedade paulistana de possíveis excessos ou imposições ideológicas derivadas do movimento woke”.

A palavra inglês woke é o passado do verbo wake, que significa acordar/despertar. No debate político, é usada para definir alguém “consciente, especialmente de problemas sociais como o racismo e a desigualdade”, segundo definição do dicionário Cambridge. O termo também é usado por conservadores como “desaprovação por pessoas que pensam que outros se incomodam muito facilmente com estes assuntos, ou falam demais sobre eles, sem promover nenhuma mudança”, conforme o dicionário Oxford.

Os autores do projeto que cria a comissão argumentam que a palavra “está relacionada a narrativas e linhas de pensamento como a militância LGBTQIA+, ideologia de gênero, feminismo, aborto e demais pautas progressistas”. O objetivo da frente parlamentar é “impedir os avanços dessa ideologia nefasta”.

Votaram a favor do projeto os vereadores Dr. Milton Ferreira (Podemos), Janaina Paschoal (PP), Lucas Pavanato (PL), Sandra Santana (MDB), Sansão Pereira (Republicanos) e Silvão Leite (União). Foram contrários os vereadores Luna Zarattini (PT), Silvia da Bancada Feminista (Psol) e Thammy Miranda (PSD).

As outras comissões designadas para o projeto são as de Administração Pública (ADM) e de Comissão de Finanças e Orçamento (FIN).

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