Fórum será reaberto após reforma em prédio por falta de luz, diz TJSP
Fórum de Praia Grande, no litoral paulista, estava fechado após problemas nas intalações que causaram falta de energia elétrica
atualizado
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O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) informou que o Fórum de Praia Grande, no litoral paulista, vai retomar o expediemente a partir desta sexta-feira (13/2), após permanecer fechado por semanas em razão de falta de energia elétrica.
O prédio, localizado na Avenida Doutor Roberto de Almeida Vinhas, estava com suas atividades presenciais suspensas, medida necessária para a realização das intervenções técnicas. A interdição foi feita após uma inspeção realizada por empresas contratadas pelo, que identificou problemas nas instalações internas na cabine primária do edifício.
“Após vistorias da CPFL e empresas especializadas, que constataram a necessidade da obra, o Tribunal de Justiça adotou providências imediatas, instaurando com celeridade os procedimentos administrativos indispensáveis à execução da reforma, realizada com a urgência necessária. Os trabalhos foram concluídos nesta quinta-feira (12), permitindo o restabelecimento seguro das atividades presenciais”, disse comunicado do TJSP.
Segundo o TJSP, os atendimentos e serviços judiciais estão mantidos de forma remota, por meio do Balcão Virtual. As audiências estavam sendo feitas por videoconferência. Já as sessões do tribunal do júri foram realocadas para o prédio do Ministério Público estadual (MPSP), que fica próximo ao edifício do Fórum.
Durante todo o período de fechamento do prédio, não houve interrupção dos serviços judiciais. As atividades seguiram em funcionamento de forma remota, sem prejuízo à prestação jurisdicional. O atendimento a partes e advogados foi realizado por meios eletrônicos, como o Balcão Virtual (www.tjsp.jus.br/balcaovirtual); as audiências ocorreram por videoconferência; os processos continuaram tramitando no sistema digital, com fluência regular de prazos; e as sessões do Tribunal do Júri realizadas no prédio do Ministério Público, asseguraram a continuidade dos julgamentos.




