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São Paulo

Foragido por matar namorada, homem morre em confronto com a PM

Wesley da Silva Baltar usava documentos falsos para escapar da polícia. Ele morreu após confronto em comunidade na zona sul de São Paulo

16/07/2026 11:56
Divulgação.
Foto colorida de homem foragido que matou companheira a facadas e estava foragido desde 2023.

Foragido desde 2023 por matar a namorada a facadas, Wesley da Silva Baltar, de 34 anos, morreu nesta quinta-feira (16/7) após confronto a tiros contra policiais militares (PMs) em uma comunidade às margens da Rodovia Raposo Tavares (SP-270), na região do Real Parque, zona sul da capital paulista.

O tiroteio, na Rua dos Piemonteses, ocorreu enquanto os policiais verificavam um imóvel numa operação de combate a atividades ligadas ao Primeiro Comando da Capital (PCC), sendo recebidos a tiros.

Um indivíduo, inicialmente identificado como Charles Silva Menezes, foi baleado e socorrido em hospital, mas morreu devido aos ferimentos. Nenhum policial ficou ferido. Um revólver calibre 38 foi apreendido, além de documentos utilizados para falsificação de registros oficiais.

Segundo a PM, a verdadeira identidade do suspeito morto veio após o confronto. A polícia apurou que Charles Silva Menezes era, na verdade, Wesley da Silva. Ele estava foragido havia três anos por matar a companheira a facadas. O crime foi dia 30 de julho de 2023.

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Durante a operação em que o suspeito acabou morto também resultou na prisão de um indivíduo responsável pelo controle do tráfico local, além da apreensão de drogas, celular e munições.

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Feminicídio

Wesley da Silva Baltar era procurado, desde julho de 2023, por matar a namorada Vitória Barbosa Sousa a facadas, em uma comunidade na zona leste de São Paulo. Na época, o corpo da jovem foi encontrado pelo padrasto após vizinhos relatarem que ela tinha sido morta, dentro da casa do namorado, e o homem tinha fugido de moto.

Familiares da jovem morta relataram que o relacionamento era conturbado. Wesley, conforme a polícia, matou a namorada após ela se negar a desbloquear o celular pessoal. Ele tinha histórico violento contra outras ex-namoradas.

A Justiça decretou a prisão do acusado pelo feminicídio. Contudo, o paradeiro dele era incerto desde a época do crime. Segundo as investigações, o homem usava documentos falsos para despistar a polícia e se manter escondido na comunidade na zona sul da capital paulista.