Foragido, policial civil ligado ao tráfico de drogas é preso em SP

Policial civil Gustavo Cardoso de Souza é alvo de investigação por participação em desvio e venda de drogas que gerou ao menos R$ 81 milhões

atualizado

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Divulgação / Secretária de Segurança Pública
Policial civil Gustavo Cardoso de Souza é alvo de investigação por participação em desvio e venda de drogas que gerou ao menos R$ 81 milhões - Metrópoles
1 de 1 Policial civil Gustavo Cardoso de Souza é alvo de investigação por participação em desvio e venda de drogas que gerou ao menos R$ 81 milhões - Metrópoles - Foto: Divulgação / Secretária de Segurança Pública

Gustavo Cardoso de Souza, investigador de 2ª classe da Polícia Civil afastado cautelarmente, foi preso na tarde deste sábado (21/3), após ser localizado em uma clínica de reabilitação na zona sul de São Paulo. Ele estava foragido da Justiça e é investigado por envolvimento com tráfico de drogas e organização criminosa.

Apontado como um dos aliados do investigador-chefe Cléber Rodrigues Gimenez, preso em 2025, Gustavo Cardoso de Souza foi encontrado em uma unidade na Avenida Morumbi, onde estava internado para tratamento de dependência química.

Segundo a ocorrência, equipes da Polícia Militar chegaram ao local após receberem informações do setor de inteligência (P2) sobre o paradeiro do investigado. No endereço, os agentes confirmaram a identidade e realizaram a prisão.


Conexão com tráfico de drogas

  • Gustavo Cardoso de Souza, afastado da Polícia Civil e foragido da Justiça, foi preso em uma clínica de reabilitação na zona sul de São Paulo, em cumprimento a mandado de prisão preventiva.
  • Ele é apontado como aliado do investigador-chefe Cléber Rodrigues Gimenez, preso em 2025 e investigado por liderar um grupo criminoso dentro da corporação.
  • O caso faz parte de uma investigação conduzida pela Corregedoria da Polícia Civil em 2025, que apura o desvio e a revenda de cargas de cocaína e maconha.
  • Segundo as investigações, a organização contava com contatos em outros estados e utilizava intermediários, conhecidos como “gansos”, que se passavam por policiais para interceptar e desviar carregamentos de drogas.
  • Documentos do Ministério Público de São Paulo apontam que o grupo movimentou ao menos R$ 123 milhões, sendo R$ 81 milhões vinculados diretamente a uma empresa ligada a Cléber Rodrigues Gimenez.

O investigador foi levado primeiro ao 89º Distrito Policial e depois encaminhado ao plantão onde o caso foi registrado. Durante os procedimentos, foi confirmado que havia um mandado de prisão preventiva contra ele, válido até março de 2045. Após o registro, o policial foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) e ficou à disposição da Justiça.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que Gustavo Cardoso de Souza , que estava foragido, já estava afastado das funções desde o ano passado. A secretaria também lembrou que, em fevereiro do ano passado, foram cumpridos mandados de busca e apreensão contra policiais investigados e que, em janeiro de 2025, outros dois agentes já haviam sido presos.

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