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São Paulo

Filhos do cantor Vavá pegam sarna em escola com 13 casos da doença

Assessoria do cantor Vavá confirmou ao Metrópoles que as crianças contraíram sarna na escola que estudam em Santos; unidade vive surto

27/06/2024 16:22
Arquivo pessoal
Imagem colorida de braço com marcas de sarna - Metrópoles

São Paulo — Os dois filhos do cantor Wagner Duarte, conhecido como Vavá, foram diagnosticados com escabiose, a sarna humana na semana passada. Segundo a assessoria do cantor as crianças foram contaminadas na escola em que estudam em Santos, litoral sul de São Paulo. A prefeitura da cidade confirmou os casos e mais 11 diagnósticos na unidade estudantil.

Ao Metrópoles, a assessoria do cantor confirmou que as crianças estão em casa se recuperando e evitando a transmissão para outros colegas.

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Filhos de Vavá pegaram sarna em escola de Santos
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Em nota, a Prefeitura de Santos disse que 12 estudantes e uma funcionária foram diagnosticados com a doença na unidade. Todos foram afastados das atividades escolares, seguindo a orientação do Departamento de Vigilância Epidemiológica.

Ao ter conhecimento do surto na escola, o cantor Vavá pediu a interdição da escola:

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“A Vigilância Sanitária de Santos precisa tomar uma providência e interditar a escola para higienização e liberação para as crianças voltarem as aulas”.

A diretora de Vigilância em Saúde da Prefeitura de Santos, Ana Paula Valeiras, garantiu que não há problemas sanitários na unidade: “Fomos imediatamente à unidade e constatamos que não havia problema sanitário algum na escola. Toda a higienização e fluxo de atendimento estavam corretos”

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A Secretaria de Educação também revelou que a direção da escola já pediu um reforço na higienização dos espaços e orientou que todos higienizem as mãos com álcool gel ,disponibilizado na própria unidade, e lavem as mãos com água e sabão. Os pais dos alunos também foram orientados para as medidas também serem adotadas em casa.

A Secretaria de Saúde de Santos destacou que a sarna humana é uma doença benigna, que exige cuidados e tratamentos médicos mas não apresenta gravidade. Além disso, afirmou que infecção está no rol de doenças da infância e “acaba sendo inerente” ao contexto escolar.