Filho de Deolane e MC Ryan vão depor sobre festas na CPI dos Pancadões

CPI dos Pancadões investiga a fiscalização da perturbação do sossego gerada por festas clandestinas na capital paulista

atualizado

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MC Ryan e filho de Deolane Bezerra
1 de 1 MC Ryan e filho de Deolane Bezerra - Foto: Reprodução

MC Ryan e o filho de Deolane Bezerra, Giliard Santos, devem ir à Câmara Municipal de São Paulo para prestar depoimento na CPI dos Pancadões. O nome dos funkeiros foi convocado pelo vereador e presidente da CPI, Rubinho Nunes (União), nessa quinta-feira (29/5).

A CPI investiga a fiscalização da perturbação do sossego gerada por festas clandestinas na capital paulista. Rubinho acusa o funkeiro e o influenciador de ter “vínculos com festas ilegais e narcocultura”. Além dos dois nomes, ainda devem depor à CPI a funkeira MC Dricka, o influenciador Danielzinho do Grau, e o rapper Salvador da Rima.


Quem irá depor na CPI do Pancadões

  • Filho da ex-Fazenda Deolane Bezerra, Giliard Santos ficou famoso por ser visto em uma balada do Rio de Janeiro enquanto a mãe estava presa. Ele é influenciador.
  • Salvador da Rima é um dos nomes mais populares da nova geração do rap e funk nacional. Ele é investigado por associação ao tráfico de drogas.
  • Danielzinho do Grau é um influenciador e amigo de Oruan. Ganhou visibilidade após reagir a um assalto a mão armada.
  • Funkeiro MC Ryan SP é um fenômeno do funk nacional. Ele já foi processado por uso indevido de músicas.
  • MC Dricka é conhecida por ser um dos principais nomes dos bailes funk nas periferias de São Paulo e ganhou destaque por suas músicas agressivas e letras diretas.
  • Além de MC Dricka, os vereadores convocaram outros profissionais do funk, como o fundador do coletivo “Clube da DZ7”, Raul Nunes, e os responsáveis pelas páginas nas redes sociais da Fluxos Records e da gravadora Ritmo dos Fluxo.

Durante a reunião da CPI da semana passada, as vereadoras do campo da esquerda Luna Zarattini (PT) e Amanda Paschoal (PSol) apresentaram ressalva à escolha de funkeiros para depor na CPI, apontando para uma possível criminalização do funk em andamento pela comissão – o que foi negado por Rubinho.

“Na minha leitura, o que estamos lidando hoje é algo muito maior do que uma festa, como muitos querem fazer parecer. Os pancadões são a ponta do iceberg criminoso sustentado por uma cultura que exalta o crime. Isso não é cultura periférica. É narcocultura. É o crime organizado usando a arte como escudo para se promover, dominar territórios e oprimir a população de bem”, afirmou o vereador Rubinho Nunes.

Os influenciadores e músicos ainda serão intimados. Os depoimentos não têm data definida. A CPI segue com novas diligências e oitivas nas próximas semanas. O Metrópoles busca contato com a assessoria dos nomes citados.

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