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São Paulo

Escavação e demolição: buscas por mulher desaparecida completam 1 mês

Dagmar Grimm Streger desapareceu no dia 19 de dezembro. As buscas pela mulher completam um mês com escavações e a derrubada de um imóvel

19/01/2026 11:57
Polícia Civil/Divulgação
Imagem colorida de máquina de escavação. Metrópoles

O desaparecimento de Dagmar Grimm Streger, de 76 anos, completa um mês nesta segunda-feira (19/1). As buscas continuam com as escavações e com a demolição de um imóvel em um sítio em que a mulher residia, em Bauru, no interior de São Paulo.

Segundo o delegado do caso, Alexandre Protopsaltis, a Polícia Civil também aguarda as respostas de perícias que foram solicitadas no local e alguns retornos relacionadas à atividade bancária de Dagmar.

Com ajuda da prefeitura da cidade, as autoridades realizam escavações que já superam os 17 metros de profundidade, próximas a um poço desativado.

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Desaparecimento e suspeita de latrocínio

Segundo a polícia, Dagmar morava sozinha em um sítio, onde, em outra casa, também residia a família de um casal de caseiros, identificados como Paulo e Daniela.

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Durante as investigações, autoridades constaram que o veículo da vítima não estava mais na propriedade. Os caseiros também haviam deixado o local. De acordo com a polícia, os suspeitos saíram do imóvel “abruptamente, abandonando a residência em condições de desordem e aparente abandono, circunstâncias que reforçaram a linha investigativa“.

No dia 22 de dezembro, data da abertura de um boletim de ocorrência relacionado ao desaparecimento de Dagmar, a polícia localizou o veículo dela na cidade de Tatuí, a 200 quilômetros de Bauru. Segundo as investigações, o carro havia sido trocado pelos suspeitos por uma caminhonete S10.

Ainda de acordo com as autoridades, após essa troca, os suspeitos voltaram para Bauru, onde fizeram uma nova negociação, desta vez trocando a caminhonete por um Astra. Após esta constatação, a polícia pediu a prisão temporária de Paulo e Daniela. O casal foi preso em Itararé, no Paraná, na noite do dia 24 de dezembro, no momento em que tentavam trocar o Astra por um outro veículo, um Kadett.

Em entrevista preliminar, os suspeitos admitiram parcialmente o crime, porém, segundo a polícia, preferiram ficar em silêncio no interrogatório formal.