Dia da Mulher: ato da esquerda em SP tem chuva e ataques a Tarcísio. Veja vídeo

Chuva forte que atingiu a região da Paulista neste domingo (8/3) contribuiu para esvaziar manifestação convocada por grupos de esquerda

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Ato convocado pela esquerda pelo Dia Internacional da Mulher, na Avenida Paulista em São Paulo, neste domingo, 08 de março de 2026. O ato ganha as ruas para barrar a violência de gênero, pelo fim da jornada 6×1 e homenagens as vítimas de feminicídio. - Metrópoles
1 de 1 Ato convocado pela esquerda pelo Dia Internacional da Mulher, na Avenida Paulista em São Paulo, neste domingo, 08 de março de 2026. O ato ganha as ruas para barrar a violência de gênero, pelo fim da jornada 6×1 e homenagens as vítimas de feminicídio. - Metrópoles - Foto: Fábio Vieira/Especial Metrópoles @fabiovieirafotorua

O ato pelo Dia Internacional da Mulher convocado por grupos de esquerda para este domingo (8/3) em São Paulo foi marcado por uma forte chuva e discursos com ataques ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

A manifestação começou por volta de 14h na Avenida Paulista e tinha como pautas, além do combate ao feminicídio, melhores condições de vida e trabalho, com foco no fim da escala 6×1; fim da violência policial contra o povo negro e periférico; e retomada de aborto legal no Hospital Vila Nova Cachoeirinha.

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Ato convocado pela esquerda pelo Dia Internacional da Mulher, na Avenida Paulista em São Paulo, neste domingo, 08 de março de 2026. O ato ganha as ruas para barrar a violência de gênero, pelo fim da jornada 6×1 e homenagens as vítimas de feminicídio.
Ato convocado pela esquerda pelo Dia Internacional da Mulher, na Avenida Paulista em São Paulo, neste domingo, 08 de março de 2026. O ato ganha as ruas para barrar a violência de gênero, pelo fim da jornada 6×1 e homenagens as vítimas de feminicídio.
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Nat Boulos participa de ato convocado pela esquerda pelo Dia Internacional da Mulher, na Avenida Paulista em São Paulo
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Nat Boulos participa de ato convocado pela esquerda pelo Dia Internacional da Mulher, na Avenida Paulista em São Paulo

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Ato convocado pela esquerda pelo Dia Internacional da Mulher, na Avenida Paulista em São Paulo, neste domingo, 08 de março de 2026. O ato ganha as ruas para barrar a violência de gênero, pelo fim da jornada 6×1 e homenagens as vítimas de feminicídio.

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Críticas a Tarcísio de Freitas também marcaram o ato. “Tarcísio destinou 18 centavos no combate à violência contra as mulheres. Hoje o Brasil é o que mais mata mulheres do mundo. Nós estamos perdendo para guerras”, disse a deputada estadual Ediane Maria (PSol) durante discurso.

A advogada e ativista Natalia Szermeta Boulos, mulher do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSol), também mirou o governador em seu discurso. “Tarcísio de Freitas, além de não investir no combate ao feminicídio, não utilizou as verbas para poder ter políticas públicas que evitem o assassinato de mulheres”, afirmou. Em dezembro de 2025, Natalia se lançou pré-candidata a deputada federal pelo PSol.

O ato da esquerda também foi marcado por um tumulto provocado pelo deputado estadual Guto Zacarias (União Brasil), ativista do Movimento Brasil Livre (MBL). Eles montou uma tenda na Paulista intencionalmente para provocar os manifestantes de esquerda.

Em um pequeno cartaz em cartolina, ele escreveu: “Pix de R$ 1 mil pra quem me convencer que Lula está fazendo um bom governo”. Houve bate-boca e confusão (veja abaixo).

A manifestação começou com tempo bom, mas um temporal atingiu a região da Paulista ainda no início, o que contribuiu para esvaziar o ato. À tarde, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de perigo para chuvas intensas na região. A previsão era de ventos que poderiam atingir até 100 quilômetros por hora.

Veja:

O Monitor do Debate Político da USP/Cebrap estimou em 3,1 mil o número de pessoas que participaram do ato da Paulista à tarde. A contagem foi feita a partir de fotos aéreas analisadas com software de inteligência artificial.

Caminhada pela manhã

Pela manhã, uma caminhada convocada por políticas de direita, como a vereadora Ana Carolina Oliveira (Podemos), mãe de Isabella Nardoni, morta aos 5 anos em 2008, também aconteceu na Paulista.

Durante discurso, Ana Carolina ressaltou que é preciso cuidar também dos parentes das vítimas de feminicídio.“Eu sou uma vítima que ficou”, disse, em memória à filha.

“Quem fala sobre quem ficou? Precisamos falar sobre os filhos do feminicídio, as famílias do entorno, porque muitas dessas mulheres são mães. Eu sou uma vítima secundária, então a gente precisa falar também sobre os cuidados com quem está fica”, disse Ana Carolina.

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