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São Paulo

Covid: SP amplia vacinação com bivalente para todo público prioritário

A vacinação com bivalente contra a Covid para todo público prioritário, entretanto, depende da disponibilidade de doses

21/03/2023 10:53, atualizado 21/03/2023 11:00
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Rafaela Felicciano/Metrópoles
Vacina - Metrópoles

São Paulo – A Secretaria de Saúde (SES) do estado ampliou nesta terça-feira (21/3) a vacinação com bivalente contra a Covid-19 para todo público elegível de acordo com o calendário vacinal.

A medida segue orientação do Ministério da Saúde. A aplicação, entretanto, depende da disponibilidade de doses. O público total é de cerca de 11,9 milhões de pessoas.

“O gestor municipal, a depender do seu estoque de doses, deve avaliar a viabilidade da aplicação da vacina Pfizer Bivalente para os grupos prioritários”, disse Tatiana Lang D’Agostini, diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) do Estado de SP.

Alguns municípios, que possuem o estoque necessário, já podem iniciar a ampliação.

Estão elegíveis:
•     Idosos de 60 anos ou mais de idade;
•     Pessoas vivendo em instituições de longa permanência a partir de 12 anos e seus trabalhadores;
•     Pessoas imunocomprometidas a partir de 12 anos de idade;
•     Indígenas, ribeirinhos e quilombolas (a partir de 12 anos de idade);
•     Gestantes e puérperas;
•     Trabalhadores da saúde;
•     Pessoas com deficiência permanente (a partir de 12 anos de idade);
•     População privada de liberdade e adolescentes em medidas socioeducativas;
•     Funcionários do sistema de privação de liberdade.

Até a manhã dessa segunda-feira (20), mais de 1,8 milhão de doses de bivalente já foram aplicadas em todo o estado.

vacina bivalente da Pfizer é a mais atualizada disponível atualmente. Ela garante proteção mais forte contra a cepa original do vírus Sars-CoV-2 (que deu início à pandemia) e às subvariantes da Ômicron.

“Observou-se que a Ômicron tem uma resposta diminuída à vacina monovaente (de primeira geração). Por isso, a bivalente é importante. A pessoa desenvolve uma resposta de anticorpos melhor do que se ela tomasse apenas a monovalente”, explica a infectologista Maria Isabel de Moraes Pinto, do Exame Medicina Diagnóstica.

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