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São Paulo

Coordenadora da campanha de Renan Santos grava suposta oferta de propina.

Coordenadora da campanha de Renan Santos gravou a suposta oferta de R$ 200 mil em propina ligada a um contrato de câmeras corporais

25/08/2026 20:18, atualizado 25/08/2026 20:53
Samuel Pancher / Metrópoles
Coordenadora da campanha de Renan Santos grava suposta oferta de propina

A vereadora de São Paulo e coordenadora da campanha presidencial de Renan Santos (Missão), Amanda Vettorazzo (União Brasil), relatou à Polícia Civil ter sido alvo de uma suposta tentativa de suborno relacionada a um possível contrato para a implementação de câmeras corporais na Guarda Civil Metropolitana (GCM).

Segundo o boletim de ocorrência e o depoimento prestado pela parlamentar nesta terça-feira (25/8), um homem teria oferecido R$ 200 mil como adiantamento e prometido uma porcentagem do valor de um eventual contrato caso ela usasse sua influência política para ajudar a empresa a avançar com o projeto.

O homem foi detido no gabinete da vereadora e levado ao 1º Distrito Policial, na Sé, onde o caso foi registrado.

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O que Amanda relatou à polícia

Segundo o depoimento, a aproximação entre Amanda Vettorazzo e o homem identificado como Diego Fernando Oporto Soliz começou no início deste ano, durante conversas sobre projetos na área de segurança pública.

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De acordo com a vereadora, após reuniões e uma apresentação sobre tecnologias para a segurança, as conversas passaram a envolver a possível implementação de câmeras corporais na GCM. Amanda afirmou que não tinha interesse em avançar com a proposta. Mesmo assim, segundo o relato à Polícia Civil, Diego teria oferecido uma porcentagem do valor de um eventual contrato caso ela ajudasse a viabilizar o projeto e favorecesse a empresa em uma licitação.

Nesta terça-feira (25/8), durante uma nova reunião no gabinete, a oferta teria incluído R$ 200 mil como pagamento inicial e uma comissão que, segundo Amanda, poderia chegar a R$ 6 milhões. A vereadora afirmou que gravou a conversa, deu voz de prisão ao homem e acionou a Polícia Civil.

O suspeito foi levado ao 1º DP da Sé, e o caso é investigado como suspeita de corrupção ativa.

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