Chuva no litoral: Mongaguá pede ajuda humanitária à Defesa Civil
Cidade já havia decretado estado de emergência na segunda-feira (19/1), após fortes chuvas atingirem a cidade e causarem alagamentos
atualizado
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As fortes chuvas que atingiram o litoral de São Paulo provocaram estragos e deixaram a região em estado de atenção. Em Mongaguá, a prefeitura solicitou ajuda humanitária à Defesa Civil do Estado após os temporais registrados na última segunda-feira (19/1).
Para atender às famílias afetadas, a Defesa Civil do Estado de São Paulo enviará 117 cestas básicas, 117 kits de higiene, 117 kits de limpeza, 117 kits de limpeza avulsos e 117 kits dormitório. A ação será reforçada em parceria com o Fundo Social de São Paulo, que fornecerá 20 fardos de água mineral, roupas masculinas, femininas e infantis, sapatos diversos e brinquedos. Além disso, os animais da região também receberão atenção, com a disponibilização de ração para cães e gatos.
Além do envio dos kits e cestas básicas, a Defesa Civil informou que segue monitorando as condições meteorológicas na região e mantém equipes em prontidão para novos atendimentos. A orientação à população é que moradores de áreas de risco fiquem atentos a sinais de deslizamentos, como rachaduras em paredes, inclinação de postes e árvores, e acionem imediatamente os órgãos competentes em caso de emergência.
Situação de emergência
A Prefeitura de Mongaguá decretou, na última quarta-feira (21/01), situação de emergência nas áreas do município atingidas pelas fortes chuvas. A medida foi adotada após os impactos provocados por uma tempestade local de grande intensidade, classificada como Tempestade Convectiva – Chuvas Intensas, conforme a codificação da Defesa Civil.
As chuvas vêm sendo registradas desde dezembro de 2025, mas a situação se agravou de forma crítica na última segunda-feira, quando um grande volume de chuva caiu em um curto intervalo de tempo. O fenômeno causou alagamentos, enchentes e inundações em diversos bairros da cidade.
Segundo a administração municipal, as chuvas provocaram prejuízos materiais significativos, atingindo residências, comércios e a infraestrutura urbana. Equipamentos públicos de áreas essenciais, como Saúde, Educação, Assistência Social, Esporte e Turismo, também foram afetados. O município registrou ainda pessoas desabrigadas e desalojadas.










