Com chuva e greve de ônibus, São Paulo bate recorde de trânsito. Veja
Prefeitura suspendeu rodízio de carros nesta terça-feira (9/12). Motoristas e cobradores estão em paralisação após não receberem 13º salário
atualizado
Compartilhar notícia

Com bastante chuva ao longo de todo o dia e anúncio de greve de motoristas e cobradores de ônibus, a capital paulista bateu, nesta terça-feira (9/12), o recorde de trânsito do ano. Por volta das 19h, a cidade registrou 1.486 quilômetros de congestionamento.
O recorde de 2025, anteriormente, era de 1.335 quilômetros de engarrafamento, do dia 8 de agosto, segundo informações da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Já o recorde histórico ainda é de 5 de setembro de 2019, às 18h30, quando São Paulo registrou 1.902 quilômetros de vias com trânsito prejudicado.
No fim desta tarde, a Prefeitura de São Paulo suspendeu o rodízio para os carros com placa final 3 e 4 devido à paralisação dos funcionários, que começou por causa da falta de pagamento do 13º salário para a categoria.
Greve de ônibus em São Paulo
- O Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo (SindMotoristas) tomou a decisão de greve após ter recebido do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de São Paulo (SPUrbanuss) um comunicado sobre a impossibilidade de pagar o 13º salário na data prevista, 12 de dezembro.
- De acordo com o SPUrbanuss, as empresas operadoras não estão medindo esforços para honrar as obrigações com os funcionários.
- Segundo a entidade, um prazo maior foi solicitado para quitar o benefício, dentro do que prevê a legislação.
- Em nota, a Prefeitura de São Paulo disse que os repasses às empresas de ônibus estão em dia e o pagamento do 13º salário dos trabalhadores é de responsabilidade exclusiva das concessionárias.
- Além disso, a pedido do prefeito Ricardo Nunes (MDB), a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana/Transportes e a SPTrans registraram, nesta terça-feira (9/12), um boletim de ocorrência, na Polícia Civil, contra as empresas que aderiram a uma paralisação sem aviso prévio.



















