Prefeitura de SP suspende rodízio por causa de greve nos ônibus

Com isso, veículos com placas de final 3 e 4 poderão circular pela cidade. Motoristas e cobradores estão em greve após não receber 13º

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Paralisação começou após empresas afirmarem que não têm condições de pagar 13º salário. Sindicato promete greve até quarta-feira (10/12)
1 de 1 Paralisação começou após empresas afirmarem que não têm condições de pagar 13º salário. Sindicato promete greve até quarta-feira (10/12) - Foto: Reprodução / Redes socias

A Prefeitura de São Paulo suspendeu o rodízio para os carros com placas de final 3 e 4, nesta terça-feira (9/12), por causa da greve de motoristas e cobradores de ônibus da cidade. A paralisação começou por causa da falta de pagamento do 13º salário para a categoria.

Na zona sul da capital paulista, os ônibus estão voltando para a garagem. Veja o vídeo:

O Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo (SindMotoristas) tomou a decisão de greve após ter recebido do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de São Paulo (SPUrbanuss) um comunicado sobre a impossibilidade de pagar o 13º na data prevista — 12 de dezembro.

Segundo o SPUrbanuss, as empresas operadoras não estão medindo esforços para honrar suas obrigações com os funcionários, incluindo o pagamento do 13º salário. Segundo a entidade, foi solicitado um prazo maior para quitar o benefício, dentro do que prevê a legislação.

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Ônibus foram recolhidos por volta das 17h
Paralisação começou após empresas afirmarem que não têm condições de pagar 13º salário. Sindicato promete greve até quarta-feira (10/12)
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Paralisação começou após empresas afirmarem que não têm condições de pagar 13º salário. Sindicato promete greve até quarta-feira (10/12)

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Ônibus foram recolhidos por volta das 17h
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Ônibus foram recolhidos por volta das 17h

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Já o SindMotoristas afirmou que a manifestação pode continuar nesta quarta-feira (10/12), caso as viações não garantam o pagamento do 13º salário e do vale-alimentação dos trabalhadores.

A entidade reforça que os motoristas só voltarão ao trabalho quando houver um posicionamento claro sobre o cumprimento das obrigações trabalhistas.

O que diz a Prefeitura de São Paulo

Em nota, a Prefeitura de São Paulo garantiu que os repasses às empresas de ônibus estão em dia e o pagamento do 13º salário dos trabalhadores é de responsabilidade exclusiva das concessionárias.

Além disso, a pedido do prefeito Ricardo Nunes (MDB), a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana/Transportes e SPTrans registraram, nesta terça-feira, um Boletim de Ocorrência (B.O.) contra as empresas que aderiram a uma paralisação sem aviso prévio.

 

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