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São Paulo

Caso Felca: como denunciar exploração e abuso sexual infantil em SP

O influenciador Felca reacendeu a discussão sobre exploração e abuso de crianças e adolescentes. Conheça os canais para denunciar esse crime

12/08/2025 09:21
Reprodução/Instagram
felca processos justiça sp redes sociais

O youtuber e influenciador Felipe Brassenim Pereira, conhecido como Felca, reacendeu a discussão sobre a exploração e o abuso de crianças e adolescentes. Ele denunciou o influenciador Hytalo Santos por exploração de menores e alertou sobre os riscos das redes para menores de idade.

Caso Felca: como denunciar exploração e abuso sexual infantil em SP - destaque galeria
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Felca denunciou influenciador Hytalo Santos de usar menores para conseguir engajamento
Felca denunciou adultização de crianças e já venceu processos na Justiça de São Paulo
Felca é picado por uma cobra
Felipe Bressanim, conhecido como Felca, ficou conhecido por vídeos de "react" no YouTube
Felca denunciou influenciador Hytalo Santos de usar menores para conseguir engajamento
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Felca denunciou influenciador Hytalo Santos de usar menores para conseguir engajamento

Reprodução/Redes Sociais
Felca denunciou adultização de crianças e já venceu processos na Justiça de São Paulo
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Felca denunciou adultização de crianças e já venceu processos na Justiça de São Paulo

Reprodução/Instagram
Felca é picado por uma cobra
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Felca é picado por uma cobra

Reprodução/Youtube
Felipe Bressanim, conhecido como Felca, ficou conhecido por vídeos de "react" no YouTube
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Felipe Bressanim, conhecido como Felca, ficou conhecido por vídeos de "react" no YouTube

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Felca
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Felca

Reprodução
Na publicação, que conta com mais de 18 minutos, o influencer passou o produto no rosto e mostrou as tentativas de tirar o produto de sua pele
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Na publicação, que conta com mais de 18 minutos, o influencer passou o produto no rosto e mostrou as tentativas de tirar o produto de sua pele

Um dos pontos que mais chamou a atenção dos inscritos do youtuber aconteceu nos minutos finais de vídeo, quando Felca tenta retirar o produto do rosto, mas não consegue
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Um dos pontos que mais chamou a atenção dos inscritos do youtuber aconteceu nos minutos finais de vídeo, quando Felca tenta retirar o produto do rosto, mas não consegue

Reprodução/Youtube
Em menos de 15h, o vídeo já passou de 530 mil visualizações e agitou tanto o Twitter, que o nome da influencer foi parar nos assuntos mais comentados do Brasil
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Em menos de 15h, o vídeo já passou de 530 mil visualizações e agitou tanto o Twitter, que o nome da influencer foi parar nos assuntos mais comentados do Brasil

Reprodução/Youtube
O marido de Hytalo também foi preso
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O marido de Hytalo também foi preso

Instagram/Reprodução

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Seds) de São Paulo informa que existem diversos canais para denunciar exploração e abuso infantil.


Os principais canais para denunciar exploração e abuso infantil são:

  • Polícia Miliar – 190: quando a criança está correndo risco imediato.
  • Disque 100: canal 24 horas, gratuito e anônimo para denunciar violência contra crianças e adolescentes.
  • Ligue 180: voltado à violência contra mulheres, também recebe casos que envolvam menores.
  • Delegacias especializadas: unidades que atendem crimes contra crianças e adolescentes.
  • Profissionais de saúde, como médicos, enfermeiros e psicólogos, precisam fazer notificação compulsória em casos de suspeita de violência. Essa notificação é encaminhada aos conselhos tutelares e à polícia.
  • Aplicativo Sabe: desenvolvido pelo Ministério dos Direitos Humanos, permite denúncias seguras feitas por crianças e adolescentes, com linguagem adaptada à faixa etária.

A Secretaria de Desenvolvimento Social informa que também apoia a campanha nacional “Faça Bonito. Proteja Nossas Crianças e Adolescentes”, de combate ao abuso e à exploração sexual.

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Segundo o Atlas da Violência 2025, divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o estado de São Paulo registrou, em 2024, 15.374 vítimas nos crimes de estupro.

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76% desses registros, 11.681 casos, foram de estupro de vulnerável.