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Vereadora é cassada por quebra de decoro parlamentar no interior de SP

Rafaela Souza de Góis foi acusada de abuso de autoridade e intimidação dentro do plenário da Câmara de Anhembi (SP) e teve mandato cassado

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Rafaela Souza de Góis foi acusada de abuso de autoridade e intimidação dentro do plenário. Comissão recomendou a cassação da vereadoraRafaela Souza de Góis foi acusada de abuso de autoridade e intimidação dentro do plenário. Comissão recomendou a cassação da vereadora - Metrópoles
1 de 1 Rafaela Souza de Góis foi acusada de abuso de autoridade e intimidação dentro do plenário. Comissão recomendou a cassação da vereadoraRafaela Souza de Góis foi acusada de abuso de autoridade e intimidação dentro do plenário. Comissão recomendou a cassação da vereadora - Metrópoles - Foto: Reprodução / Redes sociais

A Câmara Municipal de Anhembi, no interior de São Paulo, decidiu, por maioria, a cassação do mandato da vereadora Rafaela Souza de Góis (Republicanos) durante sessão extraordinária realizada na última sexta-feira (5/12).

A decisão foi tomada após os vereadores aprovarem o parecer da comissão processante que apontou quebra de decoro parlamentar, abuso de autoridade e uso indevido da estrutura da Casa para intimidação de colegas. Com a cassação, Rafaela perde o mandato e fica inelegível.

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Rafaela Souza de Góis foi acusada de abuso de autoridade e intimidação dentro do plenário. Comissão recomendou a cassação da vereadora
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O episódio que motivou a denúncia ocorreu durante uma sessão da Câmara, quando o vereador Douglas de Oliveira Fernandes Jorge questionou Rafaela sobre um suposto processo envolvendo um imóvel próximo à Prefeitura de Anhembi. Segundo o parlamentar, ele apenas perguntou se a vereadora teria perdido a ação. Rafaela respondeu que o caso corria em segredo de Justiça e que não poderia se manifestar publicamente.

Em seguida, Rafaela acionou a Polícia Militar (PM), alegando que se sentia ameaçada, e, de acordo com Douglas e testemunhas presentes, teria impedido o parlamentar de deixar o plenário até a chegada da polícia — ação que configuraria coação e violação do direito de ir e vir.

Durante a sessão pública, Rafaela afirmou que solicitou a presença da polícia não por desrespeito à Casa Legislativa, mas para registrar oficialmente os fatos. A vereadora disse ainda que, apesar de ter se exaltado, sempre manteve postura de respeito e empatia, ressaltando que sua atuação sempre buscou propostas e melhorias para a população, sem discriminar ninguém por tamanho, cor, raça ou gênero.

O Metrópoles procurou a vereadora Rafaela Souza de Góis e o vereador Douglas de Oliveira Fernandes Jorge, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. O espaço permanece aberto para manifestações de ambas as partes.

 

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