Briga entre detentos causou incêndio em presídio de Marília, diz PM

Sete detentos morreram e outros ficaram feridos. Secretaria da Administração Penitenciária instaurou procedimento interno para apurar fogo

atualizado

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detento internado penitenciária marília incêndio
1 de 1 detento internado penitenciária marília incêndio - Foto: Divulgação/SAP

A Polícia Militar afirma que uma briga entre detentos provocou um incêndio na Penitenciária de Marília, no interior de São Paulo, na tarde desta terça-feira (25/11). De acordo com a corporação, pelo menos sete presos morreram e vários ficaram feridos pelo fogo.

Equipes do Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep), da Força Tática, do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas para conter as chamas e socorrer as vítimas.

O Corpo de Bombeiros foi acionado pelo SAMU por volta das 17h20 para reforçar o atendimento. No total, cerca de 13 detentos ficaram feridos que foram transportados pelos agentes para hospitais da região. A SAP instaurou procedimento interno para apurar o caso e está em contato com as famílias das vítimas para prestar esclarecimentos.

Em nota, a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) informou que o incêndio começou no setor de inclusão, quando um preso ateou fogo em seus próprios pertences. Policiais penais realizaram o primeiro combate às chamas até a chegada dos bombeiros e do SAMU, que prestaram atendimento aos feridos. Ao todo, sete presos morreram devido à inalação de gases tóxicos, e outros sete seguem internados sob cuidados médicos.

Ao Metrópoles, a pasta descartou que tenha ocorrido uma rebelião no local. A pasta disse, em nota, que “lamenta profundamente o incêndio ocorrido na tarde desta terça-feira (25/11), no setor de inclusão da Penitenciária de Marília, após um interno atear fogo em seus pertences. Os policiais penais realizaram o primeiro combate às chamas até a chegada dos Bombeiros e das equipes do SAMU, que prestaram atendimento aos feridos. Ao todo, sete internos vieram a óbito em decorrência da inalação de gases tóxicos produzidos pelo incêndio proposital. Outros sete seguem sob cuidados médicos. A SAP instaurou procedimento para apurar o caso e está em contato com as famílias das vítimas para prestar todos os esclarecimentos necessários”.

De acordo com dados divulgados pela própria SAP, até novembro deste ano, a Penitenciária de Marília está superlotada. Apesar de sua capacidade oficial ser de 622 detentos, a população prisional já ultrapassa os 1.080 presos. A Penitenciária de Marília tem regime fechado e uma área construída de 13.800 m².

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